O casal canibal

Na Suécia, um canibal pediu à sua colega do hospital psiquiátrico em casamento. Isakin Jonsson, de 33 anos, quer-se casar com Michelle Gustafsson, de 23, mas ainda não sabe se as autoridades locais permitirão o enlance no hospital psiquiátrico da cadeia de segurança máxima de Karsuddens, onde ambos ficarão até ao fim das suas vidas. Isakin - preso por ter matado a sua então namorada, mãe de cinco filhos, cortado a sua cabeça e comido partes do corpo dela antes de se gabar do facto na Internet - e Michelle - que matou um homem, pai solteiro, bebeu o seu sangue e posou para uma foto com sangue nos lábios e com uma faca suja e uma serra eléctrica nas mãos antes de publicar a imagem na Internet com a legenda "Eu quero cortar as gargantas das pessoas no metro" - começaram a namorar em Novembro passado e ficaram noivos em Dezembro. "Eu amo a Michelle. Nunca conheci ninguém igual a ela. Eu quero levar uma vida sem crimes", escreveu Isakin na Internet.
Abram alas para o amor canibal! O que eles devem querer é comer-se um ao outro. Literalmente.

Jornal ucraniano racista

Na Ucrânia, um jornal local da cidade de Ternopil apresentou na sua primeira página uma foto em que aparece uma mulher a ser assediada por dois oragotangos para desse modo representar uma luta entre imigrantes árabes e africanos por causa de mulheres ucranianas, com o título: "Árabes e negros lutam pelas nossas prostitutas". Na foto aparece, ao fundo, um grupo de estudantes africanos sentados à mesa. Os estudantes africanos residentes em Ternopil aproveitaram logo para se fazerem ouvir, alegando racismo. Um representante dos estudantes africanos desabafou assim: "Não sei realmente porque é que eles dão vistos a estudantes africanos, uma vez que eles claramente não nos querem cá. Quero que os pais em África saibam que devem parar de mandar os seus filhos para aqui. Na universidade somos excluídos. Na minha turma, nós, os estudantes africanos, sentamo-nos sempre uns ao pé dos outros - poucos estudantes ucranianos falarão connosco." (...) "Fora da universidade é ainda pior. Normalmente vou direito para casa porque é perigoso andar na rua à noite. Os negros são insultados e atacados o tempo todo. Vivemos com medo. Não há muito tempo, estava eu a vir do supermercado e um grupo de homens deitou-me abaixo e bateu-me repetidamente. Foram-se embora quando comecei a gritar. Não tem sentido relatar isto à polícia - a primeira coisa que dizem sempre que um africano passa pela porta é 'Vamos deportá-lo'".
Na Europa é oito ou oitenta. Estou a ver que o multiculturalismo ainda não chegou em força à Ucrânia, ao contrário do que acontece nas antigas potências colonizadoras do velho continente...