Na Europa, a questão da imigração, ou melhor, da invasão alógena, tem contribuído nos últimos anos para o crescimento meteórico (e lógico) de partidos nacionalistas em países como a França, a Ucrânia ou a Holanda. De acordo com a Perception survey on quality of life in European cities, de 2010, podemos ficar a saber quais são as cidades europeias mais nacionalistas, ou xenófobas, se quiserdes ir na cantiga do politicamente correcto. À pergunta da sondagem "A presença de estrangeiros é boa para a cidade?", a resposta "discordo" ficou expressa nas seguintes percentagens:
Nicósia (Chipre): 65%
Atenas (Grécia): 56%
Liège (Bélgica): 48%
Turim (Itália): 44%
Nápoles (Itália): 44%
Antuérpia (Bélgica): 43%
Madrid (Espanha): 42%
Bolonha (Itália): 41%
Na lista estão também cidades como Roma (Itália), Essen, Dortmund, Leipzig (Alemanha), Oviedo, Barcelona (Espanha), Viena, Graz (Áustria), Bruxelas (Bélgica), Valletta (Malta) ou Ostrava (República Checa), todas elas com um índice de descontentamento popular na casa dos 30%.