O jihadista Mohamed Merah

Não, não era da extrema-direita nem nazi. Infelizmente para os defensores selvagens do multiculturalismo e os idiotas úteis do politicamente correcto, e tal como eu já calculava, o assassino de Toulouse, suspeito da morte de sete pessoas entre elas três crianças, é um adepto da "religião da paz" de seu nome Mohamed (Maomé) Merah. Tem 24 anos e alega pertencer à Al-Qaeda, tendo inclusive estado no Afeganistão e também no Paquistão. Não manifestou arrependimento nenhum pelos crimes, antes pelo contrário: está triste por "não ter podido fazer mais vítimas". Mas congratulou-se por ter "posto a França de joelhos".
Na foto de cima, Mohamed Merah pode ser visto entre os seus amigos que, como todos podeis ver, assemelham-se a escumalha. Em baixo, no vídeo, as imagens do homicida que foram divulgadas nos meios de comunicação social.


O ministro do Interior francês, Claude Gueant, quere-o vivo (para quê?). Mohamed Merah tem ascendência argelina e na viagem ao Afeganistão, no fim de 2010, chegou a ser detido por delitos comuns. "Diz que quer vingar as mortes de palestinianos", disse Gueant, mas é menos explícito quanto aos primeiros atentados que cometeu, onde vitimou militares franceses. Até porque estes teriam origem muçulmana ou franco-caribenha. Mohamed jogou pela janela do prédio onde ainda está barricado a pistola que empunhava, mas com ele há ainda outras armas, entre elas uma AK47 (conhecida também pela sua versão russa, Kalashnikov). Na troca de tiros com os cerca de três centenas de polícias à volta do prédio resultou em três polícias feridos. Sarkozy afirmou o seguinte: "França cumpriu o seu dever e, amanhã, a justiça cumprirá o seu". O ainda presidente francês sublinhou "a magnífica imagem de dignidade" mostrada por toda a França perante "a fria selvajaria de um homem capaz de descer da moto e perseguir a sua vítima, seja uma menina ou um soldado".
Um irmão de Mohamed já foi detido, por terem sido encontrados explosivos no seu carro. Também esse adepto da "religião da paz" segue a ideologia salafita (islamismo radical). Outros membros da família Merah ficaram sob custódia policial. Também no carro de Mohamed foi descoberto um "arsenal" e estava estacionado perto da sua residência, em Toulouse.

A líder da Frente Nacional (FN) e candidata presidencial, Marine Le Pen, respondeu às acusações contra o seu partido por causa do atentado à escola judaica de Toulouse por parte de Mohamed, salientando os duplos critérios morais de quem controla a imprensa: "Ontem dedicaram as suas primeiras páginas de jornais a criminalizar-nos; quando se descobriu que o assassino era um terrorista islâmico, estes hipócritas deixaram de comover-se com os mortos e retiraram a notícia da página principal. Uma vez mais, só se desacreditaram". A filha do Jean-Marie Le Pen foi mais longe e dirigiu também uma carta à secretária-nacional do Partido Comunista Francês, Marie-George Buffet, ao co-presidente do Partido de Esquerda e candidato às presidenciais de 2012, Jean-Luc Mélenchon, ao maçónico ex-ministro de Educação Nacional, presidente do Movimento Democrata e candidato às presidenciais, François Bayrou, e à presidente do SOS Racisme, Dominique Sopo, por se terem todos eles aproveitado do sucedido em Toulouse para atacar a FN. O texto da carta, dirigido "Aos canalhas" (Aux salauds), começa do seguinte modo: "Tentastes instrumentalizar miseravelmente a tragédia de Toulouse contra a Frente Nacional e a candidata Marine Le Pen. (...) A vossa intenção de alienar 20% dos franceses falhou. Tentastes acrescentar ao drama do horror o vosso ódio político. Deveríeis apresentar desculpas à Frente Nacional, aos seus eleitores e à Marine Le Pen. De qualquer maneira deveríeis calar-vos durante algum tempo".
Pode ser que o feitiço se vire contra o feiticeiro e a FN acabe por conseguir ainda melhores resultados graças ao Mohamed Merah. Vencer as eleições é claro que a Marine Le Pen não vence, mas um aumento brutal nos votos poderá fazer toda a diferença num futuro próximo. Ao menos ganhe o Sarkozy e ele que cumpra com as suas promessas eleitorais...

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