Uma médica brasileira que disse estar farta de ver a sua casa assaltada vezes sem conta decidiu adoptar uma polémica medida de segurança colocando uma cerca que rodeia a sua residência, na capital do Brasil, Brasília, com dezenas de seringas que contêm água e sangue infectado com o vírus do HIV. "Muro com sangue. HIV Positivo. Não pule", pode-se ler num papel que a mulher colocou. A médica disse que se sente desprotegida e que conseguiu obter amostras do vírus no hospital onde trabalha, o hospital público de Paranoá, uma cidade da periferia de Brasília. Os vizinhos da médica reagiram mal à sua iniciativa (então porquê? Estarão os ladrões entre eles?), mas a bófia respondeu que não pode fazer nada porque trata-se de uma propriedade privada. Infelizmente para a médica, o secretário do Conselho Regional de Medicina, Farid Buitrago, disse que "Toda atitude que uma pessoa ou um médico adopte para tentar ferir ou agredir uma pessoa deve ser condenada", acrescentando que as autoridades devem investigar como é que a mulher se apropriou das amostras do vírus.Dá a sensação que o direito à auto-defesa vale menos que o "direito" ao crime...
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