A investigadora portuguesa Ana Hilário, da Universidade de Aveiro, é co-autora de um estudo publicado na revista científica PLoS Biology sobre a descoberta de campos hidrotermais junto à Antártida que revelaram uma fauna surpreendente, com espécies que nunca se tinham encontrado antes, como caranguejos de uma nova espécie, uma estrela-do-mar de sete pontas, percebes e lapas que fazem de todo esse ecossistema uma novidade. "Um momento inesquecível, só nos ocorre qualquer coisa como, uau!", contou Ana Hilário, a única portuguesa a bordo do cruzeiro científico britânico que fez a descoberta em Janeiro de 2009. As fontes hidrotermais são responsáveis por uma vida à parte na Terra, tão estranha que os cientistas servem-se dela para imaginar o que se pode passar noutros planetas. "As fontes hidrotermais são o lar de animais que não são encontrados em mais nenhum lugar do planeta e que não obtêm a sua energia a partir do Sol, mas a partir da quebra de químicos", disse Alex Rogers, professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, que liderou a investigação e é o primeiro autor do estudo.Uma nova fauna?
A investigadora portuguesa Ana Hilário, da Universidade de Aveiro, é co-autora de um estudo publicado na revista científica PLoS Biology sobre a descoberta de campos hidrotermais junto à Antártida que revelaram uma fauna surpreendente, com espécies que nunca se tinham encontrado antes, como caranguejos de uma nova espécie, uma estrela-do-mar de sete pontas, percebes e lapas que fazem de todo esse ecossistema uma novidade. "Um momento inesquecível, só nos ocorre qualquer coisa como, uau!", contou Ana Hilário, a única portuguesa a bordo do cruzeiro científico britânico que fez a descoberta em Janeiro de 2009. As fontes hidrotermais são responsáveis por uma vida à parte na Terra, tão estranha que os cientistas servem-se dela para imaginar o que se pode passar noutros planetas. "As fontes hidrotermais são o lar de animais que não são encontrados em mais nenhum lugar do planeta e que não obtêm a sua energia a partir do Sol, mas a partir da quebra de químicos", disse Alex Rogers, professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, que liderou a investigação e é o primeiro autor do estudo.
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