O que a Comissão Europeia — e, portanto, a União Europeia — está a fazer à Hungria não é só uma vergonha descarada: é um verdadeiro escândalo!Não tendo em que se agarrar para julgar qualquer desvio democrático da Hungria, a Comissão Europeia, dirigida pelo ex-militante maoísta José Manuel Durão Barroso, tentou implicar com a putativa falta de independência do Banco emissor húngaro; tratou-se de um problema técnico — e não de um problema de regime político — que, entretanto, foi resolvido, a contento, pelo governo húngaro.
Naturalmente que a Comissão Europeia do maoísta Durão Barroso não poderia ficar por aqui: resolvido o problema do Banco da Hungria, a Comissão inventou outro problema de “défice democrático” da Hungria: a idade de jubilação dos juízes húngaros.
Segundo os patetas das luminárias da Comissão Europeia, quando o governo húngaro da Direita conservadora baixou a idade de reforma dos juízes de 70 para 62 anos — que é a idade de reforma de todos os húngaros — cometeu uma ilegalidade na medida em que, segundo as ditas luminárias, se trata de um acto de “discriminação” negativa. Mas isto tem alguma lógica ou cabe na cabeça de alguém?!!! Pelo contrário: os juízes estavam a ser discriminados, e agora já não estão.
Por outro lado, como é que o estabelecimento normativo da idade de reforma de um grupo social, considerado em si mesmo, pode ser discriminatório?!!! Será que os juízes, no entender das luminárias da União Europeia, não deveriam ter reforma?!
A União Europeia começa a ser uma associação criminosa, um ninho de nepotismo político de burocratas controlados por uma elite política para-totalitária que se dedica a fazer a vida negra aos cidadãos dos diferentes países da Europa.
Fonte: perspectivas
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