Imigrantes atacam dinamarqueses para expulsá-los de área islamizada

Em Odense, mais precisamente em Vollsmose, um dos bairros mais problemáticos da Dinamarca, os dinarmarqueses estão a ser vítimas de uma campanha de assaltos a residências por parte dos residentes muçulmanos. Foram registados cerca de 150 assaltos a residências nos últimos quatro meses - e nove em cada dez ataques foram cometidos contra dinamarqueses. Os assaltantes olham para os nomes dos proprietários nas caixas de correio antes de assaltarem as casas, para terem a certeza de que assim não estarão a prejudicar os da sua seita. Muitos jovens da zona até já dizem directamente que querem tomar conta de Vollsmose. No ano passado, a residência de uma família dinamarquesa na área foi repetidamente vandalizada, todas as semanas, até a família desistir da casa e ir viver para outro lado, e os dinamarqueses de Vollsmose sentem-se, em geral, ameaçados. Um agente da polícia, que pediu anonimato - claro, não podia pôr em risco o seu emprego devido ao politicamente correcto da chusma reinante que faz de tudo para agradar aos marxistas culturalistas -, criticou o procedimento das autoridades, afirmando que elas estão a querer abafar esses assaltos e actos de vandalismo. Segundo o islão, os muçulmanos têm o direito de roubar aos não-muçulmanos, pois foi assim que o pseudo-profeta Maomé conseguiu atrair os combatentes para lutarem pela causa islâmica (ou melhor, pela sua própria causa).
Eis o reflexo da islamização de um país europeu tido por muitos como sendo um dos mais desenvolvidos. Quanto maior for a população islâmica num país não-islâmico, maior o perigo que correm os não-muçulmanos desse mesmo país, no caso a sua própria terra. Os esquerdistas que continuem, pois, a tolerar os adeptos da "religião da paz" até o dia em que for tarde demais...

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