África do Sul = futura Europa?

De acordo com este artigo, tomamos conhecimento do óbvio: enquanto que no Ocidente (Europa, América do Norte e Oceania) as minorias gozam de privilégios, protecção e subsídios pagos pelos contribuintes, na África do Sul acontece exactamente o oposto. Muita gente nos dias de hoje questiona como será a Europa amanhã quando os europeus étnicos se tornarem minorias nos seus próprios países, uma vez que as projecções demográficas indicam que a natalidade entre as minorias tende a aumentar ao passo que a dos brancos tende a diminuir. No Japão, o país mais envelhecido do mundo, vende-se actualmente mais fraldas para adultos do que para bebés e tal situação poderá muito bem contemplar em breve países como a Alemanha, a Itália e muitos outros países europeus dos quais se inclui Portugal.
A África do Sul representa uma espécie de laboratório. O que acontecer na África do Sul deverá acontecer igualmente no mundo futuro. Segundo projecções demográficas da ONU, os brancos tornar-se-ão minoria em todos os países do mundo. O cenário catastrófico mais negativo previsto aponta para um domínio de população negra constituída por 2 mil milhões de pessoas no curto espaço de 30 a 40 anos e uma super drástica redução da população branca. E depois, tal como já acontece na África do Sul, poderão surgir no Ocidente quotas raciais, como ver selecções desportivas com um número limitado de brancos ou universidades vedados aos brancos. O crime poderá disparar de forma ainda mais alarmante. Na África do Sul, que é um dos países com maiores taxas de criminalidade da actualidade, 70% das mulheres correm o risco de ser violadas. A taxa de homicídios é 50 vezes superior à da Alemanha. Só em Joanesburgo a taxa de homicídios é 500 vezes à dos germânicos. Se o mundo do futuro for igual ou pior que África do Sul, então o melhor é começarmos a preparar-nos ao mesmo tempo que façamos a nossa parte e contribuamos de forma democrática (através do voto enquanto ainda for possível...) para o aumento do nacionalismo, que se assume cada vez mais como a única alternativa dos povos indígenas.
Os marxistas culturais sabem perfeitamente que não conseguem fazer com que certos povos, de certas raças e etnias, atinjam o nível de desenvolvimento dos europeus, dos norte-americanos ou dos japoneses. É por isso que os esquerdistas querem criar um mundo nivelado para baixo, à semelhança do que se verifica na generalidade dos países africanos ou muçulmanos. Cambada de traidores apátridas.

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