Mais uns quantos episódios de crime do quotidiano tuga

Em Sintra, um homem de 29 anos foi esfaqueado na zona de pescoço e foi internado no Hospital Amadora-Sintra. O autor do crime está desaparecido, como não podia deixar de ser.

Na Amadora, um taxista de 50 anos foi espancado e assaltado no bairro problemático 6 de Maio por quatro indivíduos. Quando a bófia chegou ao local, já o gang tinha desaparecido. Como também não podia deixar de ser.

Também na Amadora, dois bófias da PSP da Brandoa foram agredidos na sequência de uma desordem junto à esquadra, tudo porque uma multidão tentou invadir a instalação policial para libertar um detido. Tal como em França, desrespeitar e agredir agentes da autoridade também já é algo que não podia deixar de ser.

Ainda na Amadora, mas desta vez na Cova da Moura, um jipe roubado aos bombeiros por dois cadastrados por tráfico de droga e de furto resultou numa perseguição policial que terminou na zona de Monsanto. Só um foi detido porque o outro conseguiu fugir apesar de já estar identificado. Como não podia deixar de ser.

Até em Viseu já há criminalidade de origem alógena. Segundo a PSP, foi detido "um suspeito com situação irregular em Portugal, de 20 anos, por posse de arma proibida", e foram identificados outros três, de 19, 18 e 17 anos, que alegadamente efectuaram vários assaltos a estabelecimentos comerciais da cidade de Viriato com armas de fogo. Como não podia deixar de ser.

De volta para o sul, em Odivelas, mais de uma centena de bófias cercaram o bairro de São José, na Pontinha, depois de duas famelgas rivais se terem desentendido e andado aos tiros. Dois homens foram alvejados e duas mulheres, entre elas uma idosa, foram agredidas. Segundo os moradores, tratou-se de "um ajuste de contas". Claro, como não podia deixar de ser.

E que dizer do jovem Rudolfo Santos, de 18 anos, que filmou as agressões bárbaras à tal miúda numa zona de Benfica e que saiu em liberdade depois de ter sido condenado a pena suspensa? Na sala de audiências Rudolfo disse que estava "arrependido" e que não voltaria a fazer aquilo, mas, à saída das Varas Criminais, no Campus da Justiça, deu um pontapé numa jornalista do Correio da Manhã. Grande justiça a tuga, como não podia deixar de ser.

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