11 filhos e sem benefícios sociais...

... porque não quer. É assim a rectidão da britânica Tania Sullivan, de 37 anos, que trabalhava como consultora de recrutamento até ao nascimento do seu sexto filho e que foi mãe pela última vez em Outubro de 2011, e logo de gémeas.
Com um consumo semanal de 20 pães e 50 litros de leite, Tania e o seu marido Michael tiveram de comprar um "mini-autocarro" para transportar todos os elementos da família. "Felizmente, as bebés são muito calmas e não acordam durante a noite. Mas, mesmo assim, levanto-me pelas 5 horas da manhã todos os dias", disse Sullivan ao jornal britânico Daily Mail. Para a ex-consultora, a decisão de ter uma família tão númerosa foi algo que "aconteceu gradualmente". "Sempre pensei em ter apenas um casal, mas o facto de ter sofrido vários abortos mudou a minha perspectiva de vida." Ben, de 18 anos, Stephanie, de 17 (ambos frutos de um relacionamento anterior de Michael), Caitlin, de 12 anos; Harry, de 8 anos; Eddie, de 7 anos; Sid, de 6 anos; Patrick, de 4 anos; Oliver de 2 anos, Joseph de um ano e as gémeas Anna e Libby com 3 meses de idade compõem o agregado familiar de Tania e Michael.
Se fosse uma família de alógenos terceiro-mundistas (ciganos e africanos), alguma vez dispensaria as ajudas do Estado suportadas pelos contribuintes? É claro que não! Nunca!

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