Os muçulmanos hostilizam os judeus na Europa? A culpa é... dos europeus! (Pois, 'tá claro...)
Numa tarde de Novembro de 2010, a jovem Océane Sluijzer, judia de treze anos de idade, foi violentamente agredida por colegas numa região da Bélgica. Os agressores chamavam-lhe «porca judia» e diziam-lhe que «voltasse para o seu país.»
Duas semanas depois, o embaixador dos EUA na Bélgica, Howard Gutman, de origem judaica, mencionou este caso num discurso a respeito do ressurgimento do anti-semitismo na Europa e argumentou que os conflitos entre judeus e muçulmanos são a transposição da guerra do Médio Oriente (entre Judeus e Palestinianos) para território europeu.
De facto, a Comissão Nacional Consultiva dos Direitos Humanos contou oitocentos e quinze actos de violência anti-semita em França no ano de 2009, comparados com quatrocentos e cinquenta e nove no ano anterior, e concluiu que o indesmentível aumento da violência contra os judeus constituiu uma resposta à Operação Chumbo Fundido, incursão militar israelita na faixa de Gaza em princípios de 2009.
A Brookings Institution, grande «think-tank» (grupo de análise e intervenção político-intelectual) norte-americano, acha oportuno o momento de dizer que a culpa é... dos Europeus... por não integrarem devidamente os muçulmanos. Os descendentes dos imigrantes turcos e norte-africanos ainda são referidos como segundas e/ou terceiras-gerações em vez de cidadãos europeus (belgas, franceses ou alemães, etc.), porque os Europeus não conseguem imaginar como é que o Islão pode combinar-se com uma identidade europeia (laica) e também porque os conceitos anti-muçulmanos, vindos da Extrema-Direita, tornaram-se mais populares, e por isso os muçulmanos transformaram-se nos novos bodes expiatórios da Europa, substituindo os Judeus. E, portanto, afirma a referida instituição, se os muçulmanos tivessem mais oportunidades económicas, iriam recorrer menos à violência sem freio... e a maneira de resolver casos como o da agressão à jovem Océane não é ouvir o que tem a dizer o líder nacionalista judeu Benjamin Netanyahu, mas sim em fazer com que as agressoras se sintam mais belgas...
Ataque a igrejas e clima de intimidação imposto por jovens muçulmanos em localidade alemã...
Na cidade alemã de Duisburg, duas igrejas, a de St. Ewaldi e a catedral de Laar na Friedrich-Ebert-Straße, foram atacadas com foguetes, pedras e outros projécteis durante a passagem do ano. Os prejuízos avaliam-se na casa das dezenas de milhares de euros. Em declarações off-the-record, alguns católicos culparam certos jovens extremamente agressivos e mostraram receio pelas eventuais reacções vingativas destes e por conseguinte ninguém quis ser citado pelas suas suspeitas.
Ora que jovens serão estes? Coincidentemente, Duisburg é uma área altamente iminvadida por imigrantes muçulmanos, nomeadamente turcos. Coincidentemente também, a mesquita que fica na mesma rua de uma das igrejas não sofreu qualquer ataque.
Os jornalistas do Die Western passeiam pela zona e resolvem aproximar-se de um grupo de cinco jovens que se encontra num local onde ondula uma bandeira libanesa.
À pergunta de se algum destes jovens sabia algo sobre quem tinha vandalizado as igrejas, primeiro responderam que não, acrescentando um deles, um «Omar», que «... e se eu soubesse, não vos dizia.»
Os jornalistas perguntam a seguir se os jovens costumam frequentar a área da igreja e se há por lá problemas. Omar responde que «sim, há problemas.» E acrescenta: «Se querem mesmo saber, o problema é que não há nenhum sítio em Laar onde se possa jogar futebol! Os jovens são bruscamente perseguidos e enxotados sempre que querem jogar futebol. Na escola, por exemplo. Depois também jogamos - juntamente com turcos, jugoslavos e árabes - no páteo da igreja e somos também perseguidos e expulsos daí e a polícia é imediatamente chamada. Depois ficamos zangados.»
«E atiram-lhes pedras?» Omar responde, sorrindo, «claro que não».
O padre Andreas Rose narra o que se passa doutra perspectiva: quando pediu a um grupo de jovens que não perturbassem a missa ao jogarem futebol, chutando a bola contra a igreja, estes insultaram-no da pior maneira e mostraram-se extremamente agressivos...
Autoridades alemães vão vigiar sites anti-islamocratas
Na Alemanha, as autoridades anunciaram um plano de vigilância dos sítios internéticos anti-islamistas, devido às acusações de que este postos de combate no ciberespaço estão a tornar-se mais radicais no fomento da violência de Extrema-Direita. Dois destes sites, o Politically Incorrect e o Nürnberg 2.0, que se opõem à islamização da Europa, estão a ser investigados como potenciais infractores da Constituição...
Um membro do Partido de Esquerda, com assento parlamentar, Ulla Jelpke, afirmou o seu apoio a esta medida: «Os blogues e websites tais como o Politically Incorrect ou o Nürnberg 2.0 promovem claramente um racismo que se estende profundamente dentro da sociedade. Põe em questão a dignididade e os direitos de todo um grupo de pessoas apenas por causa da sua origem ou da sua fé. Portanto contrariam os valores que estão no cerne da Constituição.» Considerando «escandalosa» a falta de atenção que as autoridades têm tido para com este «problema», aproveitou para culpar um certo «racismo institucional» pelo atraso da vigilância que agora se anuncia: «O preconceito contra os muçulmanos não é um problema da periferia mas do coração da sociedade. Por isso é que é tão perigoso.»
Mais notícias da violação de crianças brancas por muçulmanos no Reino Unido
No Reino Unido, a polícia que investigava o desparecimento da pequena Charlene Downes em 2003 na localidade de Blackpool descobriu recentemente que dezenas de raparigas entre os treze e os quinze anos foram na mesma área vítimas de abuso sexual.
Um relatório policial identificou nada menos que onze (11) restaurantes de comida rápida como «pontos de atracção» para menores de idade do sexo feminino e de raça branca, de quem os imigrantes se aproveitavam a seguir.
O relatório indica que «as meninas estavam a ser sexualmente atacadas, tanto dentro como fora dos estabelecimentos, pelos proprietários dos negócios de comida rápida e seus trabalhadores.»
No princípio deste ano, uma investigação do Ministério do Interior denunciou a existência de casos deste tipo protagonizadas por gangues de muçulmanos em todo o norte de Inglaterra.
Andy Rhodes, assistente do chefe da polícia de Lancashire, afirma que os delinquentes eram oriundos de uma grande variedade de países e que «nalgumas zonas o número de meliantes asiáticos [hindustânicos, quase sempre paquistaneses] é desproporcional em relação à população.»
Gradwell Mick, ex-detective da Polícia de Lancashire, confirmou o que qualquer «racista primário» pensaria de imediato: que há muito tempo se tinha conhecimento nos meios policiais desta feia realidade, mas que a situação foi silenciada porque as investigações eram bloqueadas pelas políticas de simpatia para com aqueles-que-vêm-para-fazer-o-que-os-europeus-não-querem-fazer...
Fonte: GLADIUS
Tariq Ramadan: A Antena Ribbentrop
Tariq Ramadan (TR), a maior superstar do islão "moderado" veio promover-se, mais uma vez, a Portugal a convite da Gulbenkian.
O erro desta Fundação foi o de considerar esta personagem como um reformista do moderno islão. Obviamente que não passou pela cabeça daquela inteligentsia fina que tal reformismo nada tem de reformismo liberal considerado aqui no seu sentido comum. Só para dar um exemplo, TR condena o terrorismo islâmico, mas ao mesmo tempo glorifica os teóricos do terrorismo, como Sayyid Qutb, um nazi confesso, Yussuf al-Qaradawi, um clérigo muçulmano que gosta de afirmar perante os microfones sauditas que os judeus devem ser exterminados, bem como a teologia radical do seu avó - al-Banna, o fundador da Irmandade Muçulmana. Isto já para não falar das suas antigas ligações a movimentos anti-capitalistas da extrema-esquerda francesa.
Está ainda na memória daqueles que não comem o queijo orwelliano do esquecimento, um célebre debate televisivo em 2004 com Sarkozy, em que TR se recusou a condenar o apedrejamento das mulheres consideradas adúlteras.
O Frére Tariq, como foi demonstrado por Carouline Fourest, pode ser tudo menos um muçulmano moderado. Utilizando as suas palavras e discursos, Carouline mostrou que TR é exímio na taqiyya, que é a palavra árabe para a arte de mentir. Diz uma coisa em francês ou inglês e o seu oposto em árabe.
A Fundação Gulbenkian prestou um "brilhante serviço" aos direitos humanos recebendo no seu seio uma espécie de Ribbentrop do islão. As pontes que ele diz querer construir entre o Ocidente e o islão, (agora a propósito das árabes primaveras) são pontes de via estreita onde só os muçulmanos têm o direito a passar. Cada conferência que este tipo dá, tem o valor da Conferência de Munique, onde os nazis também "estenderam pontes à Checoslováquia".
A Estupidez Institucional da Fundação Gulbenkian, suportou um ataque furtivo e mascarado às intenções deste intelectual muçulmano em destruir o Ocidente. O seu característico entusiasmo pelos valores tradicionais, pela "justiça", "ética" e pelos "princípios universais" são sempre invocados pela perspectiva islâmica. Isto cheira a lei da sharia a milhas.
Mais uma vez o homem desancou na "ordem neoliberal" o que o torna sempre muito popular na estiolada confraria das esquerdas ali representadas, (comentários a cargo daquela Pureza que não teve lugar na Assembleia da República), onde o ouviram como uma espécie de manada conformada de bois mansos.
Swastikas for Noddy!
Fonte: neuromante
Presidente das Filipinas alerta sobre ataque a católicos
O presidente das Filipinas, Benigno Aquino III, alertou sobre um possível ataque terrorista, incluindo bombardeios, durante uma procissão anual Católica Romana na capital Manila, que atrai milhões de devotos. Junto com as autoridades de defesa e segurança, Aquino afirmou numa entrevista à imprensa convocada às pressas que vários terroristas que planeiam interromper a procissão foram vistos na cidade.
Segundo o presidente, a polícia está a tentar prender os suspeitos e acabar com qualquer ataque planeado. "A triste realidade do mundo hoje é a de que terroristas querem eliminar a capacidade das pessoas de viverem as suas vidas da forma que elas querem, incluindo a liberdade de trabalhar e de participar em actividades comunitárias", declarou Aquino na entrevista, que foi televisionada.
Embora exista um "risco alto", Aquino disse que a possibilidade de um ataque terrorista não é suficientemente grande para que seja tomada a decisão sem precedentes de cancelar a procissão. O presidente afirmou que a segurança será reforçada durante a procissão, que leva uma imagem centenária de Jesus Cristo conhecida como Nazareno Negro.
Aquino alertou os devotos para não levarem telemóveis ou armas para o evento. Os fogos de artifício, que são tradicionalmente usados na procissão, serão proibidos e quem violar a ordem será preso.
Fonte: De olho na Jihad
Somália: Al-Shabaab declara "luta espiritual interior" contra o Quénia
Aparentemente o grupo maometano terrorista Al-Shabaad não sabe que jihad é uma luta espiritual interior e não uma guerra no verdadeiro sentido do termo. Segundo se sabe, este grupo islamita declarou jihad ao Quénia através dum vídeo.
Em termos práticos isto significa que estes bravos mujahedin vão iniciar ataques terroristas cobardes contra mulheres e crianças do Quénia.
O vídeo em questão mostra-nos o sheik Ahmed Iman Ali - o auto-proclamado líder dos membros quenianos do grupo Al-Shabaab na Somália - e é-nos dito que:
O Quénia declarou guerra à Somália e como tal, a jihad tem que ser levada a cabo dentro do Quénia, agora que este país é, legalmente, uma zona de guerra.
Fonte: Perigo Islâmico
Numa tarde de Novembro de 2010, a jovem Océane Sluijzer, judia de treze anos de idade, foi violentamente agredida por colegas numa região da Bélgica. Os agressores chamavam-lhe «porca judia» e diziam-lhe que «voltasse para o seu país.»
Duas semanas depois, o embaixador dos EUA na Bélgica, Howard Gutman, de origem judaica, mencionou este caso num discurso a respeito do ressurgimento do anti-semitismo na Europa e argumentou que os conflitos entre judeus e muçulmanos são a transposição da guerra do Médio Oriente (entre Judeus e Palestinianos) para território europeu.
De facto, a Comissão Nacional Consultiva dos Direitos Humanos contou oitocentos e quinze actos de violência anti-semita em França no ano de 2009, comparados com quatrocentos e cinquenta e nove no ano anterior, e concluiu que o indesmentível aumento da violência contra os judeus constituiu uma resposta à Operação Chumbo Fundido, incursão militar israelita na faixa de Gaza em princípios de 2009.
A Brookings Institution, grande «think-tank» (grupo de análise e intervenção político-intelectual) norte-americano, acha oportuno o momento de dizer que a culpa é... dos Europeus... por não integrarem devidamente os muçulmanos. Os descendentes dos imigrantes turcos e norte-africanos ainda são referidos como segundas e/ou terceiras-gerações em vez de cidadãos europeus (belgas, franceses ou alemães, etc.), porque os Europeus não conseguem imaginar como é que o Islão pode combinar-se com uma identidade europeia (laica) e também porque os conceitos anti-muçulmanos, vindos da Extrema-Direita, tornaram-se mais populares, e por isso os muçulmanos transformaram-se nos novos bodes expiatórios da Europa, substituindo os Judeus. E, portanto, afirma a referida instituição, se os muçulmanos tivessem mais oportunidades económicas, iriam recorrer menos à violência sem freio... e a maneira de resolver casos como o da agressão à jovem Océane não é ouvir o que tem a dizer o líder nacionalista judeu Benjamin Netanyahu, mas sim em fazer com que as agressoras se sintam mais belgas...
Ataque a igrejas e clima de intimidação imposto por jovens muçulmanos em localidade alemã...
Na cidade alemã de Duisburg, duas igrejas, a de St. Ewaldi e a catedral de Laar na Friedrich-Ebert-Straße, foram atacadas com foguetes, pedras e outros projécteis durante a passagem do ano. Os prejuízos avaliam-se na casa das dezenas de milhares de euros. Em declarações off-the-record, alguns católicos culparam certos jovens extremamente agressivos e mostraram receio pelas eventuais reacções vingativas destes e por conseguinte ninguém quis ser citado pelas suas suspeitas.
Ora que jovens serão estes? Coincidentemente, Duisburg é uma área altamente iminvadida por imigrantes muçulmanos, nomeadamente turcos. Coincidentemente também, a mesquita que fica na mesma rua de uma das igrejas não sofreu qualquer ataque.
Os jornalistas do Die Western passeiam pela zona e resolvem aproximar-se de um grupo de cinco jovens que se encontra num local onde ondula uma bandeira libanesa.
À pergunta de se algum destes jovens sabia algo sobre quem tinha vandalizado as igrejas, primeiro responderam que não, acrescentando um deles, um «Omar», que «... e se eu soubesse, não vos dizia.»
Os jornalistas perguntam a seguir se os jovens costumam frequentar a área da igreja e se há por lá problemas. Omar responde que «sim, há problemas.» E acrescenta: «Se querem mesmo saber, o problema é que não há nenhum sítio em Laar onde se possa jogar futebol! Os jovens são bruscamente perseguidos e enxotados sempre que querem jogar futebol. Na escola, por exemplo. Depois também jogamos - juntamente com turcos, jugoslavos e árabes - no páteo da igreja e somos também perseguidos e expulsos daí e a polícia é imediatamente chamada. Depois ficamos zangados.»
«E atiram-lhes pedras?» Omar responde, sorrindo, «claro que não».
O padre Andreas Rose narra o que se passa doutra perspectiva: quando pediu a um grupo de jovens que não perturbassem a missa ao jogarem futebol, chutando a bola contra a igreja, estes insultaram-no da pior maneira e mostraram-se extremamente agressivos...
Autoridades alemães vão vigiar sites anti-islamocratas
Na Alemanha, as autoridades anunciaram um plano de vigilância dos sítios internéticos anti-islamistas, devido às acusações de que este postos de combate no ciberespaço estão a tornar-se mais radicais no fomento da violência de Extrema-Direita. Dois destes sites, o Politically Incorrect e o Nürnberg 2.0, que se opõem à islamização da Europa, estão a ser investigados como potenciais infractores da Constituição...
Um membro do Partido de Esquerda, com assento parlamentar, Ulla Jelpke, afirmou o seu apoio a esta medida: «Os blogues e websites tais como o Politically Incorrect ou o Nürnberg 2.0 promovem claramente um racismo que se estende profundamente dentro da sociedade. Põe em questão a dignididade e os direitos de todo um grupo de pessoas apenas por causa da sua origem ou da sua fé. Portanto contrariam os valores que estão no cerne da Constituição.» Considerando «escandalosa» a falta de atenção que as autoridades têm tido para com este «problema», aproveitou para culpar um certo «racismo institucional» pelo atraso da vigilância que agora se anuncia: «O preconceito contra os muçulmanos não é um problema da periferia mas do coração da sociedade. Por isso é que é tão perigoso.»
Mais notícias da violação de crianças brancas por muçulmanos no Reino Unido
No Reino Unido, a polícia que investigava o desparecimento da pequena Charlene Downes em 2003 na localidade de Blackpool descobriu recentemente que dezenas de raparigas entre os treze e os quinze anos foram na mesma área vítimas de abuso sexual.
Um relatório policial identificou nada menos que onze (11) restaurantes de comida rápida como «pontos de atracção» para menores de idade do sexo feminino e de raça branca, de quem os imigrantes se aproveitavam a seguir.
O relatório indica que «as meninas estavam a ser sexualmente atacadas, tanto dentro como fora dos estabelecimentos, pelos proprietários dos negócios de comida rápida e seus trabalhadores.»
No princípio deste ano, uma investigação do Ministério do Interior denunciou a existência de casos deste tipo protagonizadas por gangues de muçulmanos em todo o norte de Inglaterra.
Andy Rhodes, assistente do chefe da polícia de Lancashire, afirma que os delinquentes eram oriundos de uma grande variedade de países e que «nalgumas zonas o número de meliantes asiáticos [hindustânicos, quase sempre paquistaneses] é desproporcional em relação à população.»
Gradwell Mick, ex-detective da Polícia de Lancashire, confirmou o que qualquer «racista primário» pensaria de imediato: que há muito tempo se tinha conhecimento nos meios policiais desta feia realidade, mas que a situação foi silenciada porque as investigações eram bloqueadas pelas políticas de simpatia para com aqueles-que-vêm-para-fazer-o-que-os-europeus-não-querem-fazer...
Fonte: GLADIUS
Tariq Ramadan: A Antena Ribbentrop
Tariq Ramadan (TR), a maior superstar do islão "moderado" veio promover-se, mais uma vez, a Portugal a convite da Gulbenkian.
O erro desta Fundação foi o de considerar esta personagem como um reformista do moderno islão. Obviamente que não passou pela cabeça daquela inteligentsia fina que tal reformismo nada tem de reformismo liberal considerado aqui no seu sentido comum. Só para dar um exemplo, TR condena o terrorismo islâmico, mas ao mesmo tempo glorifica os teóricos do terrorismo, como Sayyid Qutb, um nazi confesso, Yussuf al-Qaradawi, um clérigo muçulmano que gosta de afirmar perante os microfones sauditas que os judeus devem ser exterminados, bem como a teologia radical do seu avó - al-Banna, o fundador da Irmandade Muçulmana. Isto já para não falar das suas antigas ligações a movimentos anti-capitalistas da extrema-esquerda francesa.
Está ainda na memória daqueles que não comem o queijo orwelliano do esquecimento, um célebre debate televisivo em 2004 com Sarkozy, em que TR se recusou a condenar o apedrejamento das mulheres consideradas adúlteras.
O Frére Tariq, como foi demonstrado por Carouline Fourest, pode ser tudo menos um muçulmano moderado. Utilizando as suas palavras e discursos, Carouline mostrou que TR é exímio na taqiyya, que é a palavra árabe para a arte de mentir. Diz uma coisa em francês ou inglês e o seu oposto em árabe.
A Fundação Gulbenkian prestou um "brilhante serviço" aos direitos humanos recebendo no seu seio uma espécie de Ribbentrop do islão. As pontes que ele diz querer construir entre o Ocidente e o islão, (agora a propósito das árabes primaveras) são pontes de via estreita onde só os muçulmanos têm o direito a passar. Cada conferência que este tipo dá, tem o valor da Conferência de Munique, onde os nazis também "estenderam pontes à Checoslováquia".
A Estupidez Institucional da Fundação Gulbenkian, suportou um ataque furtivo e mascarado às intenções deste intelectual muçulmano em destruir o Ocidente. O seu característico entusiasmo pelos valores tradicionais, pela "justiça", "ética" e pelos "princípios universais" são sempre invocados pela perspectiva islâmica. Isto cheira a lei da sharia a milhas.
Mais uma vez o homem desancou na "ordem neoliberal" o que o torna sempre muito popular na estiolada confraria das esquerdas ali representadas, (comentários a cargo daquela Pureza que não teve lugar na Assembleia da República), onde o ouviram como uma espécie de manada conformada de bois mansos.
Swastikas for Noddy!
Fonte: neuromante
Presidente das Filipinas alerta sobre ataque a católicos
O presidente das Filipinas, Benigno Aquino III, alertou sobre um possível ataque terrorista, incluindo bombardeios, durante uma procissão anual Católica Romana na capital Manila, que atrai milhões de devotos. Junto com as autoridades de defesa e segurança, Aquino afirmou numa entrevista à imprensa convocada às pressas que vários terroristas que planeiam interromper a procissão foram vistos na cidade.
Segundo o presidente, a polícia está a tentar prender os suspeitos e acabar com qualquer ataque planeado. "A triste realidade do mundo hoje é a de que terroristas querem eliminar a capacidade das pessoas de viverem as suas vidas da forma que elas querem, incluindo a liberdade de trabalhar e de participar em actividades comunitárias", declarou Aquino na entrevista, que foi televisionada.
Embora exista um "risco alto", Aquino disse que a possibilidade de um ataque terrorista não é suficientemente grande para que seja tomada a decisão sem precedentes de cancelar a procissão. O presidente afirmou que a segurança será reforçada durante a procissão, que leva uma imagem centenária de Jesus Cristo conhecida como Nazareno Negro.
Aquino alertou os devotos para não levarem telemóveis ou armas para o evento. Os fogos de artifício, que são tradicionalmente usados na procissão, serão proibidos e quem violar a ordem será preso.
Fonte: De olho na Jihad
Somália: Al-Shabaab declara "luta espiritual interior" contra o Quénia
Aparentemente o grupo maometano terrorista Al-Shabaad não sabe que jihad é uma luta espiritual interior e não uma guerra no verdadeiro sentido do termo. Segundo se sabe, este grupo islamita declarou jihad ao Quénia através dum vídeo.
Em termos práticos isto significa que estes bravos mujahedin vão iniciar ataques terroristas cobardes contra mulheres e crianças do Quénia.
O vídeo em questão mostra-nos o sheik Ahmed Iman Ali - o auto-proclamado líder dos membros quenianos do grupo Al-Shabaab na Somália - e é-nos dito que:
O Quénia declarou guerra à Somália e como tal, a jihad tem que ser levada a cabo dentro do Quénia, agora que este país é, legalmente, uma zona de guerra.
Fonte: Perigo Islâmico
No comments:
Post a Comment