Como disse o líder do partido jordano Tahrir, Sheik Admand Abu Quddum, "o islão ordena-nos a lutar para expandir a religião de Alá em todos os países da Terra. Nós dar-lhes-emos a oportunidade de se converterem. Se eles se recusarem, eles terão de pagar a jizya (o imposto que os não-muçulmanos têm de pagar aos muçulmanos) e submeter-se-ão às leis do islão. (...) Todos os líderes estatais têm de ser muçulmanos e homens. E, claro, Israel tem que ser aniquilado". No vídeo, o homem deu o exemplo da Alemanha e o que poderá acontecer ao país da Angela Merkel caso o povo nativo decida impedir a islamização no seu próprio país.
O Ocidente vai assim pagando aos poucos, e bem caro, pelo facto de ter permitido a entrada de alógenos infra-humanos adoradores do deus árabe da lua no seu território. E tal como o Egipto, a Tunísia, a Líbia, também a Síria, a Jordânia e o Iémen poderão ter mais cedo ou mais tarde um espécie de estado islâmico fundamentalista semelhante ao do Irão.
O Ocidente vai assim pagando aos poucos, e bem caro, pelo facto de ter permitido a entrada de alógenos infra-humanos adoradores do deus árabe da lua no seu território. E tal como o Egipto, a Tunísia, a Líbia, também a Síria, a Jordânia e o Iémen poderão ter mais cedo ou mais tarde um espécie de estado islâmico fundamentalista semelhante ao do Irão.
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