Afeganistão: Bombista suicida ataca mesquitas
Milhares de afegãos rodeavam as mesquitas em Cabul - para a celebração do maior festival religioso xiita, o Ashura -, quando um bombista suicida detonou uma bomba. Após uma rápida contagem dos corpos ainda esta manhã, por parte das autoridades afegãs, calcula-se que cerca de 54 pessoas tenham morrido.
As imagens foram captadas imediatamente após a explosão daquele que é já considerado o pior ataque em Cabul dos últimos 3 anos.
Uma segunda explosão de menor dimensão atingiu ainda outra mesquita – fazendo 17 feridos. As autoridades suspeitam que o engenho explosivo estava numa bicicleta.
Ninguém reivindicou a autoria do atentado, mas o ministro do Interior afegão aponta o dedo aos talibãs, que prontamente negaram a acusação.
O atentado ensombra a conferência internacional, marcada para amanhã em Bona, e que terá como tema principal o envolvimento de 85 países no futuro do Afeganistão. O actual presidente afegão, Hamid Karzai, já se pronunciou.
"A solidariedade, o compromisso e o apoio dos outros países será crucial para que o Afeganistão se possa consolidar e continuar a enfrentar todos os desafios”, disse.
Fonte: Sábado
Governo do Irão confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao Cristianismo
Mais de 6500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas pelas autoridades iranianas numa ofensiva do governo contra o crescimento do Cristianismo no país.
Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a acção justifica-se por que "os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do islão".
O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou a sua preocupação com a "expansão do Cristianismo entre os jovens" e culpou os meios electrónicos de comunicação e a facilidade de acesso à literatura cristã pela expansão. "É responsabilidade de todos os cidadãos do Irão que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do islão puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente", disse o líder islâmico.
Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do Comité de Assuntos Sociais do Parlamento do Irão confirmou que a maioria dos milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan. "O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão-se a fortalecer para enfrentar o islão, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?", disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele "foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso".
Além do confisco de Bíblias, o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua as igrejas como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas foi destruída pelas autoridades islâmicas locais. A liderança cristã afirma também que o governo de Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que se estão a converter ao Cristianismo. Segundo eles, o país já tem pelo menos 100 000 cristãos.
Outros alvos dos ataques do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está-se a tornar muito comum para retirar sites do ar.
E o governo não se preocupa em esconder os seus actos. O Ministério da Segurança do Irão anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, "fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço". O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas nesses sites e criou um comité regulatório para monitorizar os usuários de Internet no país.
Egipto: Com o avanço dos salafistas, os mais ricos já cogitam deixar o país
Com o avanço dos salafistas nas eleições, membros da elite ocidentalizada do Egipto já cogitam abandonar o país. A preocupação é notável nos bairros mais ricos do Cairo e de Alexandria.
"Espero que eles não imponham as mulheres o véu e a proibição de conduzir como na Arábia Saudita", disse Naglaa Fahmi em Zamalek.
Num hotel de luxo, Nardine, um cristão copta que, assim como os outros milhões do país, está preocupado com um parlamento dominado por islâmicos, também já pensa em deixar o país: "O meu pai está a pensar seriamente em mandar-me juntamente com os meus irmãos para fora do país, pois ele acha que não teremos futuro com os salafistas no poder".
O avanço do partido Al-Nur, de linha salafista, é a causa de toda a preocupação.
"O meu marido recentemente recebeu uma oferta de emprego no Dubai. No começo eu estava hesitante, mas agora, com tudo que está a acontecer, estou a incentivá-lo a aceitar o trabalho e irei junto com a minha filha", disse Angie, esposa de um empresário rico. "O Golfo tornou-se mais liberal que o Egipto", completou.
Para Ahmed Gabri,que é muçulmano, ter os islamitas no poder significaria o fim das suas liberdades individuais. "Vou deixar o país! Eu não vou ficar a viver num clima puritano. Porque não deixam as pessoas viverem do jeito que querem?"
O próximo parlamento egípcio encarregar-se-á da nova constituição, portanto, ter uma maioria de salafistas é algo assustador para os liberais e os cristãos do país.
Dos 48 estupros cometidos de Janeiro a Outubro em Oslo, 45 foram cometidos por muçulmanos
A Noruega está a viver uma onda de estupros sem precedentes cometidos na sua maioria por imigrantes muçulmanos. Desde o início do ano, as autoridades receberam 929 denúncias de estupros. De Janeiro a Outubro, 48 casos foram confirmados em Oslo, sendo que 45 foram cometidos por imigrantes muçulmanos.
A polícia de Oslo publicou um relatório que mostra que os muçulmanos são responsáveis pelos estupros e que estes consideravam as violações moralmente aceitáveis, o que inflamou o debate sobre o assunto. Os políticos do país, na sua maioria anti-semitas, alegaram que o relatório "serve a Israel e a sua política de ocupação". O Ministro da Justiça defendeu o relatório da polícia, mas acrescentou que "Israel deve estar feliz em ouvir isso".
A Noruega é um dos países mais avançados do mundo quando o assunto são os direitos das mulheres, no entanto as norueguesas agora temem sair de suas casas durante a noite e a podridão do politicamente correcto impede que o assunto seja levado com mais seriedade. E para a esquerda a culpa como sempre é de Israel.
Fonte: De Olho na Jihad
Muçulmano assassina uma jovem cristã por esta recusar-se a converter ao islão e casar com ele
Um muçulmano paquistanês assassinou uma jovem cristã de 18 anos depois de a ter sequestrado porque ela recusou abraçar a fé islâmica e tornar-se na sua esposa à força.
Segundo informa a agência vaticana Fides, o padre Zafal Iqbal, o pároco de Khushpur, localidade onde vive a família de Mariah, disse que a rapariga de 18 anos resistiu porque ela (Mariah) "não queria converter-se ao islão e não casou com o homem, como tal ele matou-a. É uma mártir". Por sua vez o padre de Faisalabad, Khalid Rashid Asi, disse que "é muito triste, os cristãos, sobretudo as meninas, são vítimas indefesas".
A Fides informa também que nestes dias houve um outro caso de perseguição religiosa contra os cristãos: o ancião católico de 72 anos Rehmat Masih, que esteve 2 anos preso por falsa acusação de blasfémia, já foi libertqado há uma semana atrás.
A lei da blasfémia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas directamente na «sharia» - a lei religiosa muçulmana - para punir qualquer ofensa seja em palavras ou em obras contra Alá, Maomé ou o Corão. A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem a necessidade de testemunhas ou provas que comprovem e o castigo supõe o juízo imediato que pode passar pela prisão ou morte do acusado.
A lei é usada com frequência para perseguir a minoria cristã que é explorada laboralmente e discriminada no acesso à educação e aos postos da função pública.
Invasão: muçulmanos enchem cidade catalã
"Eles querem tudo e não vão parar até co conseguirem", assim manifestou um morador de Tarrasa amendrontado por uma turba islâmica que tomou as ruas da cidade catalã. Os muçulmanos protestavam contra os cortes anunciados pelo governo de Artur Mas. Umas 3000 pessoas, na sua maioria muçulmanas, reivindicaram o direito dos imigrantes aos serviços sociais e laborais.
Como na Palestina, os mouros não tiveram problemas em colocar as suas crianças na "linha da frente". Uma moradora presenciava a manifestação e disse que eles (os muçulmanos) "colocavam os meninos à frente deles e lhes dava instruções", ainda que não conseguia perceber o que é que lhes diziam.
O colectivo magrebino mostrou a sua força na manifestação que teve início en Ca n'Anglada, um dos bairros do centro de Terrassa com mais imigração.
A manifestação pode ter sido a primeira de muitas que poderão estar a ser impulsionadas pelo novo governo islamita de Marrocos. Os serviços de inteligência espanhóis mostraram-se preocupados coma força social e com a capacidade de convocatória e mobilização dos imigrantes e mais concretamente dos muçulmanos.
Informações oficiais: o terrorismo islâmico já é mais preocupante que o da ETA em Espanha
"A preocupação pelo islamismo radical em Espanha baixou porque não tem havido atentados, mas é um erro", afirmou um perito da "Guardia Civil". "Quando você detém um etarra, você não tem que explicar nada: há documentos, armas, explosivos ou matrículos... Um conhecimento que sustenta as actuações. Este terrorismo é outra coisa; a percepção é mais complicada. O nosso trabalho é apresentar ao juíz as evidências e ele que decida". Em duas das operações realizadas este ano contra o terrorismo islâmico, os detidos acabaram por ficar em liberdade condicional. Os juízes da Audiência Nacional consideraram que não havia indícios suficientes para os manter encarcerados. Os investigadores, sem questionar essas decisões, alertaram sobre a denominada "geração de Internet da Al-Qaeda". A "Guardia Civil" sustenta que geração "é mais perigosa que a clássica geração filiada a grupos armados convencionais".
Rima Fakih, muçulmana e Miss Estados Unidos, detida em Detroit por conduzir embriagada
"Ela está muito triste e pede desculpa por tudo o que aconteceu", disse o seu advogado em declarações ao "New York Daily News". Fakih tem 26 anos, nasceu no Líbado e foi criada em Nova Iorque. Em 2003 mudou-se para Michigan com a sua família, onde vive no distrito de Dearborn, da cidade de Detroit.
Rima Fakih, vencedora do concurso Miss Estados Unidos em 2010, foi detida em Highland Park, em Detroit, Michiggan, por conduzir sob efeito do álcool. Fakih é a segunda miss de origem muçulmano a vencer o concurso de beleza dos Estados Unidos (a primeira foi em 1983).
Fonte: Minuto Digital
Talibãs compram rapaz de 13 anos para usá-lo como bombista suicida
Sherzai tinha 13 anos quando o seu tio o vendeu aos terroristas muçulmanos dos talibãs por 15 000 rupias paquistanesas (170 dólares). Actualmente numa facilidade correccional juvenil, ele disse:
"Os talibãs disseram-me para levar a cabo um ataque suicida para, desta forma, me tornar num mártir e ir para o paraíso".
Sherzai, um pastor sem pai e com uma mãe presa a uma cama, é da cidade de Gardez, a capital provincial da província que faz fronteira com o Paquistão e foco de de operações militares.
Pouco depois de ter sido vendido aos talibãs, Sherzai escapou. Mais tarde, no entanto, ele foi preso e um tribunal enviou-o a um centro onde ele estuda e recebe treino vocacional em tecelagem, alfaiataria e informática.
Actualmente, ele partilha o quarto com 9 outras crianças que se encontram no centro devido a várias ofensas.
BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "islão"
Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.
Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as práticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.
Finalmente, o número de 2823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.
Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.
É para isso que o jornalismo serve.
A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.
Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.
É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.
Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.
Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.
Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram
Fonte: Perigo Islâmico
Itália: muçulmano marroquino mata a sua mulher porque ela queria converter-se ao Cristianismo
Mohamed El Ayani, de 39 anos, um marroquino residente em Brescello, matou a sua mulher Rachida Radi, de 35 anos, desde que começou a suspeitar que ela estava a querer converter-se ao Cristianismo. A vítima foi assassinada com um martelo pelo homem, com quem por acaso até estava em processo de separação. Assim que a investigação sobre a sua morte estiver concluída, o seu corpo será enviado para Marrocos.
Mohamed El Ayani entregou-se pessoalmente à polícia pouco depois do sucedido, com a sua filha de 4 anos ao colo. Ele contou às autoridades que a sua mulher costumava ir à igreja desde que ela decidiu converter-se ao Catolicismo.
O presidente da câmara disse ao "Il Corriere della Sera" que Rachida Radi queria adaptar-se aos hábitos de Itália. Ele fez pequenos trabalhos na paróquia e que lhe davam algum rendimento extra. Mohamed El Ayani chegou à Itália em 1995 e estava revoltado com o desejo da sua mulher e da sua filha mais velha pela autonomia.
Bélgica: professor muçulmano suspenso por penalizar raparigas que não usam o véu
Mohammed G, de 58 anos, dá aulas na escola "Royal Athenum Verdi", em Verviers, desde 2004. Em 2010, um inspector reportou um "comportamento bizarro" do professor e informou a escola que ele estava a pregar pontos de vista radicais nas suas aulas. A escola foi investigada e uma estudante disse que Mohammed lhe disse que a mãe dela iria para o Inferno por ser católica. Uma aluna muçulmana foi também repreendida por Mohammed por andar de mãos dadas com um rapaz.
O professor chamou as raparigas que andam sem véu de "pecadoras". Segundo os inspectores, ele discriminou também as estudantes que não usam véus: todas elas tiraram notas mais baixas que as que usam véu. Isso para além de ter obrigado os seus alunos a ler o Corão, algo que não faz parte do currículo.
A administração da escola decidiu suspender o professor por 4 meses. Mohammed G. queixou-se ao Conselho de Estado dizendo que isso violava o seu direito à liberdade de expressão. Agora ele está suspenso e a receber metade do ordenado (uma suspensão de 4 meses com direito a meio salário? Este professor jihadista devia era ser deportado imediatamente!).
Gangue de muçulmanas somalis que agrediu mulher branca enquanto gritava "morte à pêga branca" foi colocada em liberdade depois do juíz ter tomado conhecimento de que "elas não estão habituadas a beber (álcool) por serem muçulmanas"
O grupo gritou "morte à pêga branca" enquanto pontapeava Rhea Page, uma jovem de 22 anos de raça branca. As muçulmanas - três irmãs e uma prima - não foram condenadas à prisão, como aconteceria normalmente, porque o juíz tomou conhecimento que elas tinham bebido, coisa que a religião delas não permite.
Ambaro e Hibo Maxamed, ambas de 24 anos, a sua irmã Ayan, de 28, e a prima Ifrah Nur, também de 28, atacaram Rhea enquanto esta ia para apanhar o táxi na companhia do seu namorado depois de terem ido beber um copo à noite em Hight Street, Leicester, no Reino Unido. A vítima acabou por perder o emprego devido às sucessivas faltas por causa do trauma e dos constantes ataques de pânico que ganhou desde então.
O crime é condenável com um máximo de 5 anos de prisão, mas James Bide-Thomas, o juíz, disse que Ambaro Maxamed, que começou com a cena de violência, chamou a senhora Page de "puta branca". Mesmo assim, ninguém foi condenado por racismo.
Rhea disse: "Eu fui beber um copo depois do trabalho e depois encontrei-me com o meu namorado para beber mais um pouco antes de voltar para casa. Nós não queríamos ficar até muito tarde portanto quisemos apanhar um táxi quando de repente essas mulheres começaram a ofender-me. Nós estávamos na nossa mas elas continuaram a gritar 'puta branca' e 'escória branca'. Quando nós nos virámos, uma delas agarrou-me no cabelo e puxou-me para o chão. Depois começaram a pontapear-me. Elas pontapeavam-me cada qual à sua vez, na minha cabeça e nas minhas costas. Estive o tempo todo deitada no chão a chorar e a gritar. Estava aterrorizada. Pensei que elas me fossem matar. (...) Penso sinceramente que elas só me atacaram por eu ser branca. Não tenho outra explicação".
Lewis Moore, o namorado de Rhea, de 23 anos, tentou defendê-la.
"Mesmo quando a polícia chegou, uma delas deu-me um pontapé na cabeça uma última vez quando eu já estava inconsciente no chão", acrescentou Rhea. "Isso de ter ficado sem punição dá a entender que está certo fazer o mesmo a qualquer um. O ataque teve um efeito devastador na minha vida e elas puderam sair ilesas".
Canadá: um subúrbio de Montréal decidiu retirar o presépio para não ofender os muçulmanos
A decisão da cidade de Mount Royal desagrada aos residentes cristãos que dizem que a cidade está a abandonar uma tradição estabelecida devido a pressões de uma minoria pequena e hostil às outras religiões - os muçulmanos.
Carla Mariano, uma residente cristã de Mout Royal, disse à "QMI Agency" que a decisão de remover o presépio é uma afronta à herança judaico-cristã da cidade. "Porquê acabar com uma tradição estabelecida?", perguntou. "Porque é que a câmara acabou com ela? Isso não devia ser com os cidadãos?"
Mariano acrescentou que a democracia e liberdade canadianas advêm dos princípios cristãos, ao passo que o presidente da câmara diz que se trata de uma simples questão de igualdade. Cerca de metade dos cidadãos da cidade é católica enquanto que 12% dos cidadãos são judeus, 7% são ortodoxos gregos e 6% são muçulmanos. "Existem muitas comunidades em Mount Royal", disse o presidente da câmara. "Se nós quisermos representar as pessoas, levantar-se-á a questão 'porque não outros símbolos religiosos'"? Mesmo assim a cidade manteve a iluminação natalícia.
Fonte: Bare Naked Islam
Milhares de afegãos rodeavam as mesquitas em Cabul - para a celebração do maior festival religioso xiita, o Ashura -, quando um bombista suicida detonou uma bomba. Após uma rápida contagem dos corpos ainda esta manhã, por parte das autoridades afegãs, calcula-se que cerca de 54 pessoas tenham morrido.
As imagens foram captadas imediatamente após a explosão daquele que é já considerado o pior ataque em Cabul dos últimos 3 anos.
Uma segunda explosão de menor dimensão atingiu ainda outra mesquita – fazendo 17 feridos. As autoridades suspeitam que o engenho explosivo estava numa bicicleta.
Ninguém reivindicou a autoria do atentado, mas o ministro do Interior afegão aponta o dedo aos talibãs, que prontamente negaram a acusação.
O atentado ensombra a conferência internacional, marcada para amanhã em Bona, e que terá como tema principal o envolvimento de 85 países no futuro do Afeganistão. O actual presidente afegão, Hamid Karzai, já se pronunciou.
"A solidariedade, o compromisso e o apoio dos outros países será crucial para que o Afeganistão se possa consolidar e continuar a enfrentar todos os desafios”, disse.
Fonte: Sábado
Governo do Irão confisca Bíblias e destrói igrejas declarando guerra ao Cristianismo
Mais de 6500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas pelas autoridades iranianas numa ofensiva do governo contra o crescimento do Cristianismo no país.
Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a acção justifica-se por que "os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do islão".
O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou a sua preocupação com a "expansão do Cristianismo entre os jovens" e culpou os meios electrónicos de comunicação e a facilidade de acesso à literatura cristã pela expansão. "É responsabilidade de todos os cidadãos do Irão que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do islão puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente", disse o líder islâmico.
Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do Comité de Assuntos Sociais do Parlamento do Irão confirmou que a maioria dos milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan. "O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão-se a fortalecer para enfrentar o islão, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?", disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele "foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso".
Além do confisco de Bíblias, o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua as igrejas como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas foi destruída pelas autoridades islâmicas locais. A liderança cristã afirma também que o governo de Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que se estão a converter ao Cristianismo. Segundo eles, o país já tem pelo menos 100 000 cristãos.
Outros alvos dos ataques do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está-se a tornar muito comum para retirar sites do ar.
E o governo não se preocupa em esconder os seus actos. O Ministério da Segurança do Irão anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, "fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço". O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas nesses sites e criou um comité regulatório para monitorizar os usuários de Internet no país.
Egipto: Com o avanço dos salafistas, os mais ricos já cogitam deixar o país
Com o avanço dos salafistas nas eleições, membros da elite ocidentalizada do Egipto já cogitam abandonar o país. A preocupação é notável nos bairros mais ricos do Cairo e de Alexandria.
"Espero que eles não imponham as mulheres o véu e a proibição de conduzir como na Arábia Saudita", disse Naglaa Fahmi em Zamalek.
Num hotel de luxo, Nardine, um cristão copta que, assim como os outros milhões do país, está preocupado com um parlamento dominado por islâmicos, também já pensa em deixar o país: "O meu pai está a pensar seriamente em mandar-me juntamente com os meus irmãos para fora do país, pois ele acha que não teremos futuro com os salafistas no poder".
O avanço do partido Al-Nur, de linha salafista, é a causa de toda a preocupação.
"O meu marido recentemente recebeu uma oferta de emprego no Dubai. No começo eu estava hesitante, mas agora, com tudo que está a acontecer, estou a incentivá-lo a aceitar o trabalho e irei junto com a minha filha", disse Angie, esposa de um empresário rico. "O Golfo tornou-se mais liberal que o Egipto", completou.
Para Ahmed Gabri,que é muçulmano, ter os islamitas no poder significaria o fim das suas liberdades individuais. "Vou deixar o país! Eu não vou ficar a viver num clima puritano. Porque não deixam as pessoas viverem do jeito que querem?"
O próximo parlamento egípcio encarregar-se-á da nova constituição, portanto, ter uma maioria de salafistas é algo assustador para os liberais e os cristãos do país.
Dos 48 estupros cometidos de Janeiro a Outubro em Oslo, 45 foram cometidos por muçulmanos
A Noruega está a viver uma onda de estupros sem precedentes cometidos na sua maioria por imigrantes muçulmanos. Desde o início do ano, as autoridades receberam 929 denúncias de estupros. De Janeiro a Outubro, 48 casos foram confirmados em Oslo, sendo que 45 foram cometidos por imigrantes muçulmanos.
A polícia de Oslo publicou um relatório que mostra que os muçulmanos são responsáveis pelos estupros e que estes consideravam as violações moralmente aceitáveis, o que inflamou o debate sobre o assunto. Os políticos do país, na sua maioria anti-semitas, alegaram que o relatório "serve a Israel e a sua política de ocupação". O Ministro da Justiça defendeu o relatório da polícia, mas acrescentou que "Israel deve estar feliz em ouvir isso".
A Noruega é um dos países mais avançados do mundo quando o assunto são os direitos das mulheres, no entanto as norueguesas agora temem sair de suas casas durante a noite e a podridão do politicamente correcto impede que o assunto seja levado com mais seriedade. E para a esquerda a culpa como sempre é de Israel.
Fonte: De Olho na Jihad
Muçulmano assassina uma jovem cristã por esta recusar-se a converter ao islão e casar com ele
Um muçulmano paquistanês assassinou uma jovem cristã de 18 anos depois de a ter sequestrado porque ela recusou abraçar a fé islâmica e tornar-se na sua esposa à força.
Segundo informa a agência vaticana Fides, o padre Zafal Iqbal, o pároco de Khushpur, localidade onde vive a família de Mariah, disse que a rapariga de 18 anos resistiu porque ela (Mariah) "não queria converter-se ao islão e não casou com o homem, como tal ele matou-a. É uma mártir". Por sua vez o padre de Faisalabad, Khalid Rashid Asi, disse que "é muito triste, os cristãos, sobretudo as meninas, são vítimas indefesas".
A Fides informa também que nestes dias houve um outro caso de perseguição religiosa contra os cristãos: o ancião católico de 72 anos Rehmat Masih, que esteve 2 anos preso por falsa acusação de blasfémia, já foi libertqado há uma semana atrás.
A lei da blasfémia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas directamente na «sharia» - a lei religiosa muçulmana - para punir qualquer ofensa seja em palavras ou em obras contra Alá, Maomé ou o Corão. A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem a necessidade de testemunhas ou provas que comprovem e o castigo supõe o juízo imediato que pode passar pela prisão ou morte do acusado.
A lei é usada com frequência para perseguir a minoria cristã que é explorada laboralmente e discriminada no acesso à educação e aos postos da função pública.
Invasão: muçulmanos enchem cidade catalã
"Eles querem tudo e não vão parar até co conseguirem", assim manifestou um morador de Tarrasa amendrontado por uma turba islâmica que tomou as ruas da cidade catalã. Os muçulmanos protestavam contra os cortes anunciados pelo governo de Artur Mas. Umas 3000 pessoas, na sua maioria muçulmanas, reivindicaram o direito dos imigrantes aos serviços sociais e laborais.
Como na Palestina, os mouros não tiveram problemas em colocar as suas crianças na "linha da frente". Uma moradora presenciava a manifestação e disse que eles (os muçulmanos) "colocavam os meninos à frente deles e lhes dava instruções", ainda que não conseguia perceber o que é que lhes diziam.
O colectivo magrebino mostrou a sua força na manifestação que teve início en Ca n'Anglada, um dos bairros do centro de Terrassa com mais imigração.
A manifestação pode ter sido a primeira de muitas que poderão estar a ser impulsionadas pelo novo governo islamita de Marrocos. Os serviços de inteligência espanhóis mostraram-se preocupados coma força social e com a capacidade de convocatória e mobilização dos imigrantes e mais concretamente dos muçulmanos.
Informações oficiais: o terrorismo islâmico já é mais preocupante que o da ETA em Espanha
"A preocupação pelo islamismo radical em Espanha baixou porque não tem havido atentados, mas é um erro", afirmou um perito da "Guardia Civil". "Quando você detém um etarra, você não tem que explicar nada: há documentos, armas, explosivos ou matrículos... Um conhecimento que sustenta as actuações. Este terrorismo é outra coisa; a percepção é mais complicada. O nosso trabalho é apresentar ao juíz as evidências e ele que decida". Em duas das operações realizadas este ano contra o terrorismo islâmico, os detidos acabaram por ficar em liberdade condicional. Os juízes da Audiência Nacional consideraram que não havia indícios suficientes para os manter encarcerados. Os investigadores, sem questionar essas decisões, alertaram sobre a denominada "geração de Internet da Al-Qaeda". A "Guardia Civil" sustenta que geração "é mais perigosa que a clássica geração filiada a grupos armados convencionais".
Rima Fakih, muçulmana e Miss Estados Unidos, detida em Detroit por conduzir embriagada
"Ela está muito triste e pede desculpa por tudo o que aconteceu", disse o seu advogado em declarações ao "New York Daily News". Fakih tem 26 anos, nasceu no Líbado e foi criada em Nova Iorque. Em 2003 mudou-se para Michigan com a sua família, onde vive no distrito de Dearborn, da cidade de Detroit.
Rima Fakih, vencedora do concurso Miss Estados Unidos em 2010, foi detida em Highland Park, em Detroit, Michiggan, por conduzir sob efeito do álcool. Fakih é a segunda miss de origem muçulmano a vencer o concurso de beleza dos Estados Unidos (a primeira foi em 1983).
Fonte: Minuto Digital
Talibãs compram rapaz de 13 anos para usá-lo como bombista suicida
Sherzai tinha 13 anos quando o seu tio o vendeu aos terroristas muçulmanos dos talibãs por 15 000 rupias paquistanesas (170 dólares). Actualmente numa facilidade correccional juvenil, ele disse:
"Os talibãs disseram-me para levar a cabo um ataque suicida para, desta forma, me tornar num mártir e ir para o paraíso".
Sherzai, um pastor sem pai e com uma mãe presa a uma cama, é da cidade de Gardez, a capital provincial da província que faz fronteira com o Paquistão e foco de de operações militares.
Pouco depois de ter sido vendido aos talibãs, Sherzai escapou. Mais tarde, no entanto, ele foi preso e um tribunal enviou-o a um centro onde ele estuda e recebe treino vocacional em tecelagem, alfaiataria e informática.
Actualmente, ele partilha o quarto com 9 outras crianças que se encontram no centro devido a várias ofensas.
BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "islão"
Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.
Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as práticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.
Finalmente, o número de 2823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.
Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.
É para isso que o jornalismo serve.
A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.
Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.
É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.
Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.
Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.
Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram
Fonte: Perigo Islâmico
Itália: muçulmano marroquino mata a sua mulher porque ela queria converter-se ao Cristianismo
Mohamed El Ayani, de 39 anos, um marroquino residente em Brescello, matou a sua mulher Rachida Radi, de 35 anos, desde que começou a suspeitar que ela estava a querer converter-se ao Cristianismo. A vítima foi assassinada com um martelo pelo homem, com quem por acaso até estava em processo de separação. Assim que a investigação sobre a sua morte estiver concluída, o seu corpo será enviado para Marrocos.
Mohamed El Ayani entregou-se pessoalmente à polícia pouco depois do sucedido, com a sua filha de 4 anos ao colo. Ele contou às autoridades que a sua mulher costumava ir à igreja desde que ela decidiu converter-se ao Catolicismo.
O presidente da câmara disse ao "Il Corriere della Sera" que Rachida Radi queria adaptar-se aos hábitos de Itália. Ele fez pequenos trabalhos na paróquia e que lhe davam algum rendimento extra. Mohamed El Ayani chegou à Itália em 1995 e estava revoltado com o desejo da sua mulher e da sua filha mais velha pela autonomia.
Bélgica: professor muçulmano suspenso por penalizar raparigas que não usam o véu
Mohammed G, de 58 anos, dá aulas na escola "Royal Athenum Verdi", em Verviers, desde 2004. Em 2010, um inspector reportou um "comportamento bizarro" do professor e informou a escola que ele estava a pregar pontos de vista radicais nas suas aulas. A escola foi investigada e uma estudante disse que Mohammed lhe disse que a mãe dela iria para o Inferno por ser católica. Uma aluna muçulmana foi também repreendida por Mohammed por andar de mãos dadas com um rapaz.
O professor chamou as raparigas que andam sem véu de "pecadoras". Segundo os inspectores, ele discriminou também as estudantes que não usam véus: todas elas tiraram notas mais baixas que as que usam véu. Isso para além de ter obrigado os seus alunos a ler o Corão, algo que não faz parte do currículo.
A administração da escola decidiu suspender o professor por 4 meses. Mohammed G. queixou-se ao Conselho de Estado dizendo que isso violava o seu direito à liberdade de expressão. Agora ele está suspenso e a receber metade do ordenado (uma suspensão de 4 meses com direito a meio salário? Este professor jihadista devia era ser deportado imediatamente!).
Gangue de muçulmanas somalis que agrediu mulher branca enquanto gritava "morte à pêga branca" foi colocada em liberdade depois do juíz ter tomado conhecimento de que "elas não estão habituadas a beber (álcool) por serem muçulmanas"
O grupo gritou "morte à pêga branca" enquanto pontapeava Rhea Page, uma jovem de 22 anos de raça branca. As muçulmanas - três irmãs e uma prima - não foram condenadas à prisão, como aconteceria normalmente, porque o juíz tomou conhecimento que elas tinham bebido, coisa que a religião delas não permite.
Ambaro e Hibo Maxamed, ambas de 24 anos, a sua irmã Ayan, de 28, e a prima Ifrah Nur, também de 28, atacaram Rhea enquanto esta ia para apanhar o táxi na companhia do seu namorado depois de terem ido beber um copo à noite em Hight Street, Leicester, no Reino Unido. A vítima acabou por perder o emprego devido às sucessivas faltas por causa do trauma e dos constantes ataques de pânico que ganhou desde então.
O crime é condenável com um máximo de 5 anos de prisão, mas James Bide-Thomas, o juíz, disse que Ambaro Maxamed, que começou com a cena de violência, chamou a senhora Page de "puta branca". Mesmo assim, ninguém foi condenado por racismo.
Rhea disse: "Eu fui beber um copo depois do trabalho e depois encontrei-me com o meu namorado para beber mais um pouco antes de voltar para casa. Nós não queríamos ficar até muito tarde portanto quisemos apanhar um táxi quando de repente essas mulheres começaram a ofender-me. Nós estávamos na nossa mas elas continuaram a gritar 'puta branca' e 'escória branca'. Quando nós nos virámos, uma delas agarrou-me no cabelo e puxou-me para o chão. Depois começaram a pontapear-me. Elas pontapeavam-me cada qual à sua vez, na minha cabeça e nas minhas costas. Estive o tempo todo deitada no chão a chorar e a gritar. Estava aterrorizada. Pensei que elas me fossem matar. (...) Penso sinceramente que elas só me atacaram por eu ser branca. Não tenho outra explicação".
Lewis Moore, o namorado de Rhea, de 23 anos, tentou defendê-la.
"Mesmo quando a polícia chegou, uma delas deu-me um pontapé na cabeça uma última vez quando eu já estava inconsciente no chão", acrescentou Rhea. "Isso de ter ficado sem punição dá a entender que está certo fazer o mesmo a qualquer um. O ataque teve um efeito devastador na minha vida e elas puderam sair ilesas".
Canadá: um subúrbio de Montréal decidiu retirar o presépio para não ofender os muçulmanos
A decisão da cidade de Mount Royal desagrada aos residentes cristãos que dizem que a cidade está a abandonar uma tradição estabelecida devido a pressões de uma minoria pequena e hostil às outras religiões - os muçulmanos.
Carla Mariano, uma residente cristã de Mout Royal, disse à "QMI Agency" que a decisão de remover o presépio é uma afronta à herança judaico-cristã da cidade. "Porquê acabar com uma tradição estabelecida?", perguntou. "Porque é que a câmara acabou com ela? Isso não devia ser com os cidadãos?"
Mariano acrescentou que a democracia e liberdade canadianas advêm dos princípios cristãos, ao passo que o presidente da câmara diz que se trata de uma simples questão de igualdade. Cerca de metade dos cidadãos da cidade é católica enquanto que 12% dos cidadãos são judeus, 7% são ortodoxos gregos e 6% são muçulmanos. "Existem muitas comunidades em Mount Royal", disse o presidente da câmara. "Se nós quisermos representar as pessoas, levantar-se-á a questão 'porque não outros símbolos religiosos'"? Mesmo assim a cidade manteve a iluminação natalícia.
Fonte: Bare Naked Islam
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