No Paquistão, a intolerância da seita islâmica já produziu mais um mártir católico, aliás, mais uma mártir católica: a jovem Mariah Manisha, de 18 anos, que se junta assim a tantos outros mártires da Igreja Católica dos tempos modernos. Num país islâmico como o Paquistão, ser mulher e católica é sinónimo de ser vivo sem direito nenhum. Se até as próprias mulheres muçulmanas são consideradas objectos, ser católica no Paquistão implica viver constantemente com humilhantes discriminações e ameaças de morte. Se um muçulmano quer casar com uma católica, esta tem que se converter à seita que adora o deus árabe da lua. Se um muçulmano violar uma católica, esta não tem o direito de apresentar queixa uma vez que a sua opinião não vale nada. Se uma mulher for católica e ao mesmo tempo rica, certamente que já não estaria a viver no Paquistão.Mariah vivia na cidade de Tehsil Samundari e foi morta a tiro por um muçulmano de 28 anos, Arif Gujjar, que é filho de um rico proprietário da terra. Mariah tinha sido sequestrada por Gujjar. Alguns relatos afirmam que ela morreu por resistir à violação, outros dizem que ela morreu por se recusar a converter ao islamismo para se casar com Gujjar. O vigário da diocese local, o padre Zafal Iqbal, não tem dúvidas que Mariah morreu por ter negado deixar a Fé em Cristo, afirmando que ela é uma mártir. O pároco acrescentou que as jovens católicas são constantemente vítimas dos muçulmanos e não contam com qualquer auxílio.
A morte de mais uma católica no Paquistão não será certamente em vão. Um dia os muçulmanos irão pagá-las com juros. Os adoradores do falso ídolo lunar árabe de Meca terão toda a eternidade para sofrer e chorar sangue!
Requiescat in pace, carissima!
Meam gratia virtuteque animam ornavit Christus. Eius sum Cui angeli serviunt.
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