Norte-coreanos despediram-se do «Quim»

O dia de ontem foi um dia muito doloroso para milhares de norte-coreanos que saíram para as ruas da Pyongyang, a capital do país, com lágrimas no rosto, para prestarem a derradeira homenagem a Kim Jong-Il (김정일), o "Quim da Coreia do Norte" que foi desta para melhor na véspera do meu aniversário vítima de um ataque cardíaco. O filho do falecido líder e seu sucessor, o "Quim gordo com focinho de porco" Kim Jong Un (김정은), que nem a comunicação social sabe se nasceu em 1983 ou em 1984, comandou a marcha lenta de cerca de 40 quilómetros pela capital pintada de branco pela neve ao lado da limusina que transportava o caixão envolvido na bandeira encarnada do Partido dos Trabalhadores, com uma mão no peito e outra em riste em jeito de saudação (nazi). O novo líder chefiará a quarta maior potência militar do mundo que detém armamento nuclear, composta por 1,2 milhões de efectivos, e é de prever que ele também governará esse que é um dos países mais pobres e miseráveis do mundo com mão de ferro tal como o seu pai.
Na vizinha Coreia do Sul, o sentimento foi de longe muito diferente.

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