Dois vendedores ambulantes senegaleses foram assassinados anteontem em Florença, Itália, por um militante da organização da extrema-direita Casa Pound, Gianluca Casseri, de 50 anos, que se matou logo depois. O crime aconteceu num mercado da periferia do norte da cidade. Imediata e logicamente, os líderes italianos trataram logo de falar de racismo e xenofobia. Um político do esquerdume, Matteo Renzi, disse que "Florença não é uma cidade racista, mas vítima do racismo". O presidente da República, Giorgio Napolitano, falou de "assassinato bárbaro". O Alto Comissariado para os Refugiados da ONU, como é óbvio, ficou horrorizado com o crime e falou do crescente clima de racismo e xenofobia que emergiu em Itália e noutros países europeus. O governo do Senegal exprimiu a sua indignação através do porta-voz do mesmo e ministro da comunicação, Moustapha Guirassy. O representante da comunidade senegalesa de Florença (existe disso em Florença? Como é possível?!), Pape Diaw, pediu que "o racismo não seja tratado de maneira superficial pelas instituições" italianas.Muito bem. Eu, como é óbvio, condeno furiosamente esse acto tresloucado cometido por alguém conotado com a extrema-direita. Foi racismo? Foi, sim senhor. O que aconteceu é tão racista como quando os alógenos roubam ou violam gente nativa ou como o que os pretos andam a fazer aos brancos na África do Sul, por exemplo. Ou como o marroquino que atacou brancos em Liège. Igualdade de tratamento sempre e em toda a parte, boa?
Mas o extremismo de direita que continue, pois, a crescer cada vez mais, não para haver mais crimes semelhantes a este, mas para que os direitos dos nativos se sobreponham sempre aos que vêm de fora.
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