O Kuwait, tido como um país islâmico "moderado" prepara-se para proibir a construção de igrejas e de outros locais de culto não islâmicos. Como se isso não bastasse, o membro do parlamento Osama Al-Munawer escreveu no Twitter que vai propor a destruição das igrejas existentes nesse país do golfo. Ainda assim, ele disse ao Kuwait Times Newspaper que "o Kuwait já tem um número excessivo de igrejas comparando com a população minoritária cristã do país". O ministro de Awqaf e dos Assuntos Islâmicos garantiu recentemente que foi concedida a licença para a construção de uma nova igreja. Resta saber se a construção vai ou não avante, mas estou em crer que sim, pois o povo do Kuwait é tolerante e sabe respeitar as crenças alheias...
Situação diferente vai acontecendo cada vez mais num país de tradição católica como é o caso da França, ou melhor, do futuro Francistão. Lá, os muçulmanos não têm parado de atacar as igrejas. Na parede duma igreja em Escaudain, vândalos muçulmanos escreveram coisas obscenas como "F... França", "F... FN (Frente Nacional)", "Sarko, nós f...-te", "Morte aos porcos", "Marrocos em força". Também uma igreja em Épiais, construída no século XVI, foi vandalizada, roubada e queimada. Os responsáveis por este crime sem perdão terão também participado numa série de assaltos na área. Isso num país onde na capital, Paris, toda a carne dos animais que é consumida por todos é carne halal, ou seja, carne de animais que morreram da maneira bárbara islâmica.
Para além disso, os subúrbios franceses estão cada vez mais a tornar-se autênticos guetos islâmicos, disse o historiador francês Alexandre Adler.
Situação diferente vai acontecendo cada vez mais num país de tradição católica como é o caso da França, ou melhor, do futuro Francistão. Lá, os muçulmanos não têm parado de atacar as igrejas. Na parede duma igreja em Escaudain, vândalos muçulmanos escreveram coisas obscenas como "F... França", "F... FN (Frente Nacional)", "Sarko, nós f...-te", "Morte aos porcos", "Marrocos em força". Também uma igreja em Épiais, construída no século XVI, foi vandalizada, roubada e queimada. Os responsáveis por este crime sem perdão terão também participado numa série de assaltos na área. Isso num país onde na capital, Paris, toda a carne dos animais que é consumida por todos é carne halal, ou seja, carne de animais que morreram da maneira bárbara islâmica.Para além disso, os subúrbios franceses estão cada vez mais a tornar-se autênticos guetos islâmicos, disse o historiador francês Alexandre Adler.
Adler disse também que é precisamente isso que os muçulmanos franceses querem, mostrando-se preocupado com o facto desses bairros ganharem auto-determinação contra o Estado francês, à imagem do que já está a acontecer em certos bairros islâmicos do Reino Unido e da Dinamarca. A violência que se verifica nesses subúrbios, acrescentou ele, não é meramente um problema social, mas sim algo intrínseco da doutrina islâmica: historicamente, o islão expande-se através da violência. A situação dos subúrbios islâmicos franceses é de tal maneira séria que o historiador teme que poderá suceder o mesmo que aconteceu em relação às antigas regiões muçulmanas da Índia que se tornaram no Paquistão e no Bangladesh. O número de ataques de gangues violentos muçulmanos contra a polícia francesa disparou nos últimos dois anos. Ao jornal Le Figaro, representantes da polícia disseram que os agentes que patrulham os bairros islâmicos são sempre atacados quando tentam proceder a detenções. E quando os pulhas atacam a polícia, pode-se ouvir o já por demais famoso brado "Allahu akbar". Segundo um representante da polícia, Michel Thoomis, "Nós estamos num estado de guerra civil orquestrada pelos islamitas radicais. Não é mais uma questão de violência urbana; é uma intifada, com pedras e cocktails molotov. Já não se vê dois ou três jovens a confrontar a polícia, agora vê-se a urbanização inteira mobilizada na salvação dos seus 'camaradas' quando eles são detidos. Precisamos de veículos blindados e canhões de água. São as únicas coisas capazes de dispersar centenas de pessoas que querem matar os polícias e queimar os seus veículos".
Se os franceses elegerem o socialista François Hollande, a situação é capaz de piorar ainda mais...
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