No metro de Bruxelas, a capital multicultural da Bélgica e da União Europeia, a inspecção por parte dos revisores foi suspensa nas estações de Simonis, Ribaucourt, Étangs Noirs e Comte de Flandres porque "A polícia foi ameaçada. Foi-lhes dito: todos os que aqui virmos de uniforme serão atingidos a tiro!", disse um delegado do sindicato do metro. Segundo um inspector da polícia que pediu anonimato, "Há áreas onde nunca vamos. Ou, se estamos a fazer uma inspecção aí, excepcionalmente, fazemo-lo no contexto de uma operação APII (Acção Policial Inteiramente Integrada), ou seja, com vasto apoio policial". Um revisor, por sua vez, disse: "Nestes sítios é muito raro fazermos uma inspecção à estação. Na melhor das hipóteses, fazemo-lo à superfície". Diz também que, depois destas operações, "há sempre vandalismo". O delegado do sindicato recusa-se a falar destas zonas sem lei, dizendo apenas o seguinte: "A medida tomada em Molenbeek é excepcional mas normalmente temos de ir a toda a parte. Mas é verdade que há estações onde tomamos mais precauções. Vamos lá em números mais avantajados, com apoio policial, e activamos câmaras de vigilância".Para quem não sabe, Molenbeek é "apenas" uma área islamizada do centro da União Europeia...
Entretanto, por cá, seis «jovens» entre os 19 e os 25 anos, que certamente não serão muçulmanos (penso eu de que...), foram condenados a pena de prisão efectiva entre os 5 e os 11 anos pela prática de vários roubos, com recurso a armas brancas, na Linha de Sintra. Segundo a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, os arguidos são acusados de praticar "vários roubos, com violência e uso de armas brancas, no interior dos comboios, nas estações ou nas suas imediações" e o tribunal decidiu ainda que fossem recolhidas amostras de ADN deles para que constem da base de dados de perfis de ADN.
A justiça tuga fez alguma coisa, yeah...
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