«És castanho porque vieste de África?»

O politicamente correcto no Ocidente já atingiu proporções claramente epidémicas: no Reino Unido, um rapazinho de 7 anos foi acusado de racismo depois de ter feito uma pergunta ao seu colega sobre a cor da pele deste: "És castanho porque vieste de África?" A mãe do menino, Hayley White, de 29 anos, diz que recebeu uma chamada telefónica no mês passado que lhe informou do "incidente racista" que envolveu o puto, Elliot, e foi chamada à escola, a Griffin Primary School em Hull. "Disseram-me que eu tinha que assinar um documento de reconhecimento sobre o facto de o meu fiho ter tido uma atitude racista, o que será submetido à autoridade educacional local para uma investigação", disse White. "Recusei-me a assiná-lo e disse à professora que não concordei de maneira nenhuma que se tratou de um acto racista. O meu filho gosta de fazer perguntas e isso não faz dele racista. Ele disse-me 'eu só estava a fazer uma pergunta. Não queria ser mau' e estava muito triste com isso". A mulher quer agora tirar o seu filho da Griffin Primary School.
Claro, a vítima em questão não era uma caucasiana porque se tivesse sido, sei lá, vamos supor, uma criança branca vítima de um muslo infra-humano, de um conguito ou de um lelo, a situação nunca atingiria proporções como a de Elliot. Pobre Elliot, o teu próprio país, do Ocidente, da raça humana branca, está um traidor e pêras...

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