Na Grécia, alguns bairros de Atenas estão agora a ser vigiados por patrulhas de cidadãos gregos contra os contínuos assaltos e agressões cometidas por imigrantes ilegais contra a população local. As reacções violentas contra imigrantes sucedem-se e ONGs como a Médicos do Mundo e a Cruz Vermelha já informam os imigrantes sobre os bairros de Atenas onde correm risco de ser atacados. Cada vez são mais os gregos vêem os imigrantes terceiro-mundistas como gente que lhes tiram empregos e criam insegurança em larga escala. Imigrantes do Bangladesh, do Iraque e de diversos países africanos inundam as ruas de Atenas, causando um visível e crescente mal-estar. Os membros destas comunidades de imigrantes denunciam a indiferença das forças policiais diante das agressões "racistas" e "xenófobas", afirmando que os polícias se abstêm de agir por receio de represálias (vá lá, em certos países ocidentais passa-se exactamente o contrário, o que não é suposto...). Alguns até já dizem estar dispostos a fazer uso violência contra os "fascistas".Todos os anos entram na Grécia cerca de 56 000 imigrantes ilegais, sendo o país a principal via de entrada de não europeus ilegais no espaço europeu. 9 em cada 10 desses imigrantes ilegais entram pela fronteira greco-turca. As associações de imigrantes denunciam as péssimas condições de acolhimento que o país tem oferecido aos recém-chegados, como que a darem-nos a entender que o país é que tem obrigação de receber e manter os ilegais por lá...
Um dos grupos que patrulham os bairros é a organização nacionalista Chryssi Avyi (Χρυσή Αυγή, Aurora Dourada), que se afirma como o movimento nacionalista do povo e tem organizações em 32 cidades gregas. A acção destes grupos já se estende também noutras áreas do país que começam a ser invadidas por alógenos. A sua intervenção é exercida sobretudo contra os imigrantes que não têm aspecto europeu, ou seja, os não brancos.
E assim o povo grego faz justiça com a suas próprias mãos para o horror do esquerdume militante apátrida.
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