Mais uma notícia chocante: o jornal britânico The Daily Telegraph revelou que algumas clínicas privadas britânicas aceitam praticar abortos em mulheres que já conhecem e não estão satisfeitas com o sexo do bebé, em particular, como é óbvio, do sexo feminino. Uma reportagem com câmara oculta revelou que alguns médicos fazem abortos por um preço que varia entre os 240 e os 760 euros. O ministro da Saúde britânico, o conservador Andrew Lansley, expressou preocupação com esta denúncia e indicou que iniciou uma investigação urgente sobre o assunto. A lei britânica de 1967 estabelece que os médicos só podem interromper uma gravidez até às 24 semanas se a saúde física ou mental da mãe estiver em perigo, mas nunca praticar um aborto em função do sexo do bebé.As feministas que defendem o aborto com unhas e dentes devem estar divididas. Se por um lado rejubilam com as mulheres que fazem aborto a pedido das próprias, por outro lado devem ficar lixadas por saber que a maior parte dos bebés que não chegam a ver a luz do dia é do sexo feminino. Presumíveis futuras feministas pró-aborto, quiçá?
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