Jaime Pacheco, o treinador do Beijing Guoan, foi considerado o treinador do ano da China por um jornal do país, o semanário Titan, e já renovou contrato com o clube por mais dois anos. "Já sei que o meu futuro é na China. Sinto-me feliz aqui", disse Pacheco. O campeonato chinês, disputado por 16 equipas como cá em Portugal, terminou no passado dia 2 com o Beijing Guoan a ficar imediatamente atrás do campeão Guangzhou, tendo conseguido a qualificação para a Liga dos Campeões Asiáticos. "Foi uma época, a todos os títulos, maravilhosa. Os jogadores, que estavam sem confiança, tiveram vontade de aprender e reconquistaram o seu espaço no futebol chinês", afirmou o treinador luso. "Em cada jogo, temos sempre 40 a 50 mil aficionados a apoiar-nos. Fizemos vinte jogos seguidos sem perder". A equipa técnica do Beijian Guoan conta com mais dois portugueses - Luís Diogo e António Natal - e também com o senegalês Khadim que jogou no Boavista. "O problema maior, na China, é a língua, mas o futebol é universal e as suas regras são iguais em todo o mundo", rematou o técnico que, segundo o Titan, tem "uma forte personalidade" e "introduziu uma profunda mudança" no Beijing Guoan que "mostrou vontade de jogar".Será que o Jaime Pacheco levou para a China a ideia de que até ao pescoço é canela? As equipas que ele por cá orientou eram todas sarrafeiras, mas agora na China talvez seja diferente, pois o Kung Fu tem o seu quê de lealdade...
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