Como será a Europa no futuro?

Patrick Lòzes, nascido na República do Benim em 1965, anunciou no passado dia 4 de Maio a sua intenção de se candidatar à presidência da República da França! Este negro, antigo presidente do CRAN (Conseil Représentatif des Associations Noires; Conselho Representativo das Associações Negras, em português) e membro de organizações humanitárias como a World Children's Fund, apresenta-se como o candidato das "minorias" e propõe um projecto "a favor da igualdade". O seu poster da campanha diz claramente para não votar em branco. Ora, votar em branco significa não votar em ninguém, mas acredito que, neste caso em particular, a intenção é apelar para que os franceses não votem em branco algum, como por exemplo na Marine Le Pen, a líder nacional-socialista da Frente Nacional. Uma jogada sem dúvida nenhuma racista, mas não é de admirar já que no Ocidente o racismo só existe quando é o branco o mauzão filho da mãe.
É óbvio que o Patrick Lòzes não será presidente francês em 2012, mas mesmo assim acho pertinente perguntar como é que será a França, e também toda a Europa, no futuro caso as coisas continuem assim como estão. Numa entrevista concedida em Outubro deste ano, o ex-representante da ONU para as questões do racismo, xenofobia e intolerância, o senegalês Doudou Diène, disse que "a antiga identidade nacional de França ou do Ocidente está em colapso" devido à imigração das minorias e à globalização. A identidade nacional europeia está a tornar-se "pluralista, multifacetada, diferente, onde o islão, o negro, o árabe e o chinês têm o seu lugar". "As antigas identidades nacionais construídas numa base religiosa, ou com base na etnicidade branca, estão a ser postas pela dinâmica da imigração e da globalização. Nós estamos numa fase dolorosa de uma nova identidade nacional a nascer... em dez anos, a França será transformada. Tornar-se-á muito mais multicultural e pluralista". E acrescentou que as minorias não brancas irão re-humanizar a França porque elas trazem valores (que valores? Infra-humanos terceiro-mundistas?!)!
A alínea c) do artigo II da ONU no que diz respeito aos "Actos constituíndo genocídio" diz o seguinte: "deliberadamente inflingir ao grupo condições de vida calculadas para trazer a sua destruição física ao todo ou em parte". O que o senegalês deseja com aquilo que disse na entrevista não é mais do que fazer uma apologia ao genocídio dos europeus étnicos através da imigração maciça de não brancos! É curioso como ninguém se lembra de o acusar de racismo (já nem falo do genocídio...). Pudera, os traidores do Ocidente que lutam em nome da destruição da superior civilização moldada pelo Cristianismo estão a fazer de tudo para que os alógenos invadam o velho continente em nome das fantásticas belezas do multiculturalismo que é a principal inimiga da diversidade humana!
Descolonização da Europa, já!!

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