De acordo com o Diário de Notícias, um estudo realizado pela British thinktank Demos revelou que os seguidores de grupos radicais de extrema-direita estão a crescer de forma "preocupante" em toda a Europa através das redes online. Políticos e académicos reunidos em Bruxelas analisaram o fenómeno da extrema-direita na Internet e revelaram que o radicalismo está a crescer no velho continente a um "ritmo alarmante", com toda uma nova geração de jovens a usar cada vez mais as redes online para aderirem à causa nacionalista. O jornal britânico The Guardian informa que a investigação feita pela British thinktank Demos analizou pela primeira vez os comportamentos de apoiantes online de movimentos de extrema-direita e revelou uma crescente adesão dos jovens europeus aos movimentos nacionalistas. Os jovens revelam-se cada vez mais críticos em relação aos governantes dos seus países, à União Europeia, ao crescimento da influência islâmica, ao crescimento da imigração e estão profundamente preocupados com o futuro e a identidade nacional/cultural. Os partidos que propagam ideias "xenófobas", "anti-imigração" e "islamofóbicas" estão a espalhar-se para fora dos seus terrenos tradicionais em França, Itália ou Áustria e a conquistar países tradicionalmente mais liberais como a Holanda ou os países escandinavos, tendo agora significativas representações parlamentares nesses países. O número crescente de adesões às ideias de extrema-direita ultrapassa largamente os filiados nos partidos oficiais, sendo um "fenómeno preocupante" a ter em conta pelos políticos europeus. Segundo Jamie Bartlett, o principal autor do estudo, é vital perceber este fenómeno de crescimento de uma nova geração de activistas online de extrema-direita, muito mais numerosa que as filiações partidárias: "Existem centenas de milhares destes jovens por toda a Europa. Eles estão desiludidos com o sistema político, com as instituições europeias, e preocupados com a erosão da sua cultura e identidade nacional e estão a aderir a movimentos de discurso mais radical que lhes falam dessas mesmas preocupações. Estão muito motivados, activos, e a crescer cada vez mais. Os políticos europeus deviam debruçar-se sobre o fenómeno, percebê-lo e dar uma resposta rápida ao problema. Estamos numa encruzilhada da história europeia. Em cinco anos, ou iremos assistir a um aumento do ódio e da divisão da sociedade, incluindo o crescimento do ultra-nacionalismo, da xenofobia, da islamofobia e do anti-semitismo ou seremos capazes de contrariar esta horrível tendência".Eh pá, mas porque é que o crescimento da extrema-direita é "preocupante"? Lá está o pessoal das elites dominantes todo borrado de medo e desesperado com as consequências das suas acções criminosas e anti-democráticas! É preciso investir forte e feio em mais lavagens cerebrais à manada que compõe o Zé Povinho ou a coisa ainda vai descambar. Mas onde é que está o alarmismo no facto dos europeus quererem defender a sua própria existência? Que cresçam, pois, cada vez mais esses movimentos de extrema-direita desde que sejam de defesa da superior civilização judaico-cristã que moldou o Ocidente! Sei que infelizmente entre os nacionalistas existem muitos traidores, como por exemplos os pagãos (gnósticos) anti-católicos, que, tal como os alógenos invasores e os traidores do esquerdume, visam a destruição da influência do Cristianismo no continente, mas também sei que o que não faltam são militantes do Nacional-Cristianismo! É urgente que a Europa resista! Acorda depressa, Europa!
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