Na Noruega, o professor de zoologia Harald Kryvy, da Universidade de Bergen, declarou recentemente que o planeta tem já demasiada gente, que isso é ambientalmente catastrófico e que, por isso, os europeus deviam dar o exemplo que se impõe seguir, ou seja, o de fazerem menos filhos (ainda menos?). Segundo ele, "estamos a comportar-nos como egoístas mimados. Há duas coisas que devemos fazer: temos de ousar discutir os problemas que vêm do crescimento populacional e temos de fornecer (controlo de natalidade) às áreas onde o crescimento é maior". E, para darem o exemplo, os noruegueses não devem ter mais do que dois filhos por casal.Na Escócia, um dos mais eminentes cientistas do país, Sir Ian Wilmut, professor de Biologia Reprodutiva e participante no projecto de clonagem da ovelha Dolly, declarou recentemente, por sua vez, que os casais britânicos não devem ter mais do que dois filhos, pois a população mundial já é excessiva, o que provoca danos ambientais preocupantes e escassez de recursos naturais, acrescentando que o governo deve promover uma restrição populacional britânica. "É preciso encorajar socialmente aqueles que preferem não ter filhos ou ter apenas uma criança", disse Wilmut, que tem três filhos (um deles é adoptado), e acrescenta com a maior cara de pau que uma "oportunidade alternativa" para casais que querem mais filhos é a adopção de crianças, pois a adopção até permite escolher o sexo da criança (discriminação sexual, anyone?). O mais engraçado é que na Escócia cada mulher tem em média menos de dois filhos, ao contrário do que se passa nos países terceiro-mundistas (em África a média de filhos por mulher chega aos sete). O professor Colin Gallagher, professor emérito envolvido no grupo de campanha "A População Interessa" (Population Matters), afina pelo mesmo diapasão e tem a loucura de ir mais longe: segundo ele, a Escócia vai receber mais um milhão de pessoas (imigrantes) até 2020 (ou seja, pára-se de produzir gente nativa para albergar mais gente alógena).
Deixai-me, portanto, ver se eu consegui perceber: a população mundial não pára de crescer, já somos sete mil milhões (ou sete biliões), pelo que é preciso controlar a natalidade... e sugerem que sejam os europeus, que pertencem a um continente cuja população só cresce graças à imigração alógena com culturas tremendamente anti-ocidentais, a baixar ainda mais a sua própria taxa de natalidade? Mas a Europa não precisa de mais gente jovem devido ao envelhecimento da sua população? Então porque é que acham que devem nascer menos europeus? Ah, espera, já sei, pois claro... para as merdosas elites reinantes, todos os povos do mundo são iguais, as raças e etnias não existem ou, se existem, devem desaparecer... Por outras palavras, a Europa precisa é de ser para os invasores, não mais para os nativos.
É à pala de todo esse marxismo cultural que cada vez mais me vou tornando num desgraçado nacionalista extremista filho da mãe...
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