A criminalidade não pára de aumentar

Segundo divulgou o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Ávila, o roubo por esticão aumentou mais de 25% no primeiro semestre deste ano face a igual período de 2010. D'Ávila adiantou que outro tipo de criminalidade que tem aumentado no país são os crimes contra o património, essencialmente praticados por grupos com uma grande mobilidade e com membros de diversas nacionalidades (pois claro... três vivas ao multiculturalismo!). Este tipo de crime é conhecido por "criminalidade itinerante" e, segundo o governante, representa "uma nova ameaça ao país" (nova?). Outro fenómeno que tem despertado "maior preocupação" no país é o aumento acentuado da criminalidade em zonas rurais. José Manuel Anes, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), diz que é provável que estes crimes aumentem ainda mais com a crise (lógico...), bem como o "pequeno crime", como furtos em supermercados e na rua, e também os assaltos cada vez mais violentos praticados por "gangues formados sobretudo por gente muito nova e inexperiente".
E que tal importarmos o sistema de segurança da Singapura, com direito a pena de morte, multas pesadas, chibatadas, penas de cadeia com tempo superior a 25 anos e centros de correcção para os jovens delinquentes?

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