No passado dia 30 de Agosto, por ocasião da festa do Eid al-Fitr, a segunda festa mais importante da seita islâmica, o herético Pe. Lino Cerutti, na cidade italiana de Cantù, teve o supremo descaramento de distribuir, dentro da Basílica de São Paulo, orações islâmicas para celebrar o fim do Ramadão e também textos místicos de Seyyed Hossein Nasr que cantam louvores ao islão como a "religião suprema"! Num artigo publicado no Il Giornale do passado dia 19 de Setembro, o eurodeputado Magdi Cristiano Allam (na foto), um ex-muçulmano convertido ao Catolicismo, fez duras críticas à atitude ecuménica do sacerdote, funcionário emérito da Basílica: “Se você crê em Jesus, você não pode de forma alguma acreditar que Maomé era um profeta autêntico nem que o islão é uma religião verdadeira. Ou você acredita em Jesus ou acredita em Maomé, ou você é cristão ou é muçulmano”. Para Magdi Cristiano Allam, o erro capital do padre foi ter aderido à ideologia do relativismo religioso que prega que, para amar o próximo, uma pessoa deve abraçar a religião dele: “Assim, para amar o muçulmano como pessoa, deve-se legitimar o islão como uma religião, independentemente do seu conteúdo, do que está escrito no Alcorão e do que tenha dito ou feito Maomé”. O eurodeputado acrescentou também que tudo isto acontece num contexto “em que o relativismo religioso, desde o Concílio Vaticano II, está a espalhar-se dentro da Igreja”, enquanto que, em contrapartida, a atitude dos muçulmanos não tem nada a ver com o relativismo porque eles condenam claramente os judeus e os cristãos como hereges por se terem desviado do caminho certo, ou seja, o islão, segundo a óptima islâmica. A relativização do Cristianismo para legitimar o islão é uma autêntica “vocação para o suicídio”, como demonstra a atitude patética de oferecer a construção de mesquitas na Itália ainda antes dos principais interessados as pedirem. “Nós estamos a tornar-nos muçulmanos sem sermos forçados a converter-nos ao islão. O que podem os muçulmanos querer mais de nós, italianos ingénuos, tolos, ideologicamente coniventes e decididos a cometer suicídio?”, concluiu quem sabe do que fala.«Vocação para o suicídio»
No passado dia 30 de Agosto, por ocasião da festa do Eid al-Fitr, a segunda festa mais importante da seita islâmica, o herético Pe. Lino Cerutti, na cidade italiana de Cantù, teve o supremo descaramento de distribuir, dentro da Basílica de São Paulo, orações islâmicas para celebrar o fim do Ramadão e também textos místicos de Seyyed Hossein Nasr que cantam louvores ao islão como a "religião suprema"! Num artigo publicado no Il Giornale do passado dia 19 de Setembro, o eurodeputado Magdi Cristiano Allam (na foto), um ex-muçulmano convertido ao Catolicismo, fez duras críticas à atitude ecuménica do sacerdote, funcionário emérito da Basílica: “Se você crê em Jesus, você não pode de forma alguma acreditar que Maomé era um profeta autêntico nem que o islão é uma religião verdadeira. Ou você acredita em Jesus ou acredita em Maomé, ou você é cristão ou é muçulmano”. Para Magdi Cristiano Allam, o erro capital do padre foi ter aderido à ideologia do relativismo religioso que prega que, para amar o próximo, uma pessoa deve abraçar a religião dele: “Assim, para amar o muçulmano como pessoa, deve-se legitimar o islão como uma religião, independentemente do seu conteúdo, do que está escrito no Alcorão e do que tenha dito ou feito Maomé”. O eurodeputado acrescentou também que tudo isto acontece num contexto “em que o relativismo religioso, desde o Concílio Vaticano II, está a espalhar-se dentro da Igreja”, enquanto que, em contrapartida, a atitude dos muçulmanos não tem nada a ver com o relativismo porque eles condenam claramente os judeus e os cristãos como hereges por se terem desviado do caminho certo, ou seja, o islão, segundo a óptima islâmica. A relativização do Cristianismo para legitimar o islão é uma autêntica “vocação para o suicídio”, como demonstra a atitude patética de oferecer a construção de mesquitas na Itália ainda antes dos principais interessados as pedirem. “Nós estamos a tornar-nos muçulmanos sem sermos forçados a converter-nos ao islão. O que podem os muçulmanos querer mais de nós, italianos ingénuos, tolos, ideologicamente coniventes e decididos a cometer suicídio?”, concluiu quem sabe do que fala.
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