Mais crimes em zonas africanizadas

Nas zonas africanizadas do país os crimes vão-se sucedendo um atrás do outro.

Na margem sul, dois polícias e um maquinista da Fertagus foram esfaqueados na manhã do passado sábado no interior de um dos comboios que costuma passar na ponte 25 de Abril. Segundo comunicado da PSP, foram detidas cinco pessoas (duas delas mulheres), pelos crimes de ofensa à integridade física, ameaça, injúrias e coacção sobre o funcionário. Os indivíduos detidos viajavam sem bilhete quando foram abordados pelos revisores e ainda fizeram ameaças com armas brancas. Perante a situação, «três agentes da Polícia de Segurança Pública, dois da Esquadra do Laranjeiro e um da Divisão da Amadora, que se encontravam fora de serviço, e um maquinista da Fertagus, intervieram no sentido de auxiliar e evitar a agressão ao fiscal». Dois polícias e o maquinista acabaram por ser esfaqueados. O reforço de unidades foi imediatamente accionado, tendo sido deslocados para o local elementos da esquadra de Corroios. Quando o comboio parou em Corroios os cinco indivíduos acabaram por ser detidos, «alguns deles com um vasto registo criminal», mas sempre com «postura hostil». Ora, quem conhece a zona em questão sabe que por lá existe uma grande população de origem africana e que isso de passear nos comboios sem pagar e fazer uso de ameaças com armas brancas é quase sempre coisa de pretos.

Em Almada, mais precisamente no Laranjeiro, quatro alunos ficaram feridos na sequência de situações de extrema violência ocorridas na semana passada na Escola Secundária Professor Ruy Luís Gomes. Os agressores «foram suspensos preventivamente pela direcção da escola, que instaurou procedimentos disciplinares aos alunos e participou as ocorrências às autoridades». A primeira situação aconteceu no refeitório quando duas alunas começaram a discutir. Uma delas partiu um jarro de água para usar como arma e , na sequência da troca de agressões, ambas ficaram cortadas com os vidros e receberam tratamento hospitalar. No dia seguinte, cinco alunos fizeram uma 'espera' a um colega à entrada de um dos blocos de salas e deram-lhe com uma cadeira nas costas, acabando por ferir o jovem com gravidade. Na terceira situação, dois alunos rodearam um terceiro, atiraram-no ao chão, agrediram-no a murro e pontapé e deram-lhe com uma pedra da calçada na cabeça. Este aluno também ficou ferido com gravidade e foi hospitalizado.

Na Pontinha, concelho de Odivelas, um homem foi morto a tiro durante a madrugada de ontem, domingo, quando tentou ajudar uma pessoa que estava a ser assaltada. Segundo fonte do comando da PSP de Lisboa, o autor do homicídio foi o assaltante, que se pôs em fuga. Quem conhece a Pontinha sabe que se trata de mais uma localidade africanizada do país.

E assim vão continuando as coisas em Pretogal. Para quando uma justiça eficiente que protega os cidadãos dos criminosos? Eu nunca vivi nos tempos do Salazar, mas confesso que já tenho saudades da ditadura...

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