O presidente da Zâmbia, Michael Sata, de 74 anos e primeiro presidente católico deste país africano, declarou quando tomou posse do cargo, no passado dia 23 de Setembro, que vai governar o país baseado nos Dez Mandamentos: "Este governo vai estar baseado nos Dez Mandamentos: não roubarás e comportar-te-ás com o próximo como gostarias que o próximo se comportasse contigo". Numa igreja na capital Lusaka, Sata disse que vai seguir uma fórmula simples e antiga. O "Rei Cobra", como é conhecido Sata, é contra a posição da China, a maior consumidora mundial de cobre, matéria-prima essa que tem precisamente na Zâmbia a sua maior produtora de África. Na sua campanha presidencial de 2007, perante a "invasão chinesa", Sata afirmou a verdade, sem receios do politicamente correcto: "Queremos que a China saia e que voltem os nossos antigos governantes coloniais. Eles também exploravam os nossos recursos naturais, mas pelo menos cuidavam de nós. Construíram escolas, ensinaram-nos o seu idioma e trouxeram-nos a civilização britânica". Em 1973, a Zâmbia fechou as fronteiras com o Zimbabué (na altura Rodésia do Sul) em oposição ao regime racista de Ian Smith. Os colonos brancos não foram expulsos da Zâmbia como foram na maior parte das ex-colónias europeias de África.Será que é mesmo preciso ser um país africano a ensinar o Ocidente a melhor maneira de governar e fazer lembrar aos ocidentais da traição ao seu Baptismo e à sua origem/essência cristã? A vitória final da Igreja Católica foi profetizada em Fátima... resta saber como é que ela será cumprida, já que todas as restantes profecias vão-se cumprindo...
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