Deportado por ser católico

Nas Maldivas, um indiano católico de 30 anos e professor na cidade de Raa Atoll, Shijo Kokkattu, foi deportado no último dia 14 depois de ter estado preso durante 15 dias. Kokkattu foi preso depois da polícia ter suspeitado que ele andava a praticar o proselitismo religioso devido a denúncias feitas por colegas de trabalho. Estes encontraram material religioso no computador da escola. Kokkattu argumentou que os vídeos religiosos eram da Índia, no entanto, ao invadirem a sua residência, as autoridades encontraram uma Bíblia e um terço, o que levou à sua imediata detenção e consequente interrogatório. Já no ano passodo um outro professor indiano, também ele cristão, foi igualmente deportado depois de uns pais muçulmanos terem ameaçado atirá-lo ao mar por supostamente andar a pregar o Cristianismo.
A República das Maldivas é um pequeno país insular situado no Oceano Índico e é procurado por dezenas de milhares de turistas ocidentais todos os anos apesar de ser um país que afirma que todos os seus mais de 300 000 habitantes são muçulmanos sunitas. Em 2008 foi estabelecido na constituição que "um não-muçulmano não pode tornar-se um cidadão" do país. No ano passado foi aprovado mais restrições como a proibição da promoção de qualquer coisa que represente outra religião, assim como a proibição de sites, blogues ou jornais que critiquem o islão.
E as profecias anticristãs vão sendo cumpridas, não apenas no Ocidente, como também no Terceiro Mundo...

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